XT 660z Ténéré- Yamaha

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XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 27, 2015 6:19 pm




Motor

monocilíndrico / 4 válvulas comando OHC / 660 cc / refrigeração líquida


Alimentação: injeção eletrônica


Ignição: eletrônica

Partida: elétrica


Diâmetro/curso (mm): 100 x 84


Taxa de compressão: 10:1


Potência (cv a rpm): 48 cv a 6 000


Torque (mkgf a rpm): 5,95 a 5 500


Câmbio


5 marchas, transmissão final por corrente


Chassi


Quadro: tubular de aço, estilo diamond

Suspensão



Dianteira: telescópica convencional com 41 mm de diâmetro e 210 mm de curso


Traseira: balança monoamortecida com regulagem de pré-carga da mola e 200 mm de curso


Freios


Dianteiro: 2 discos flutuantes de 298 mm e pinça de 2 pistões


Traseiro: disco de 245 mm e pinça de pistão simples


Pneus


Dianteiro: 90/90-21


Traseiro: 130/80-17

Dimensões

Comprimento (cm) 224,0

Altura/largura (cm) 147,7/90

Entre-eixos (cm) 150

Peso (kg) 186

Vão-livre (cm)
26

Altura do assento (cm) 89,9

Tanque (l) 22

Desempenho


0-100 km/h (s)
6,5

0-200 km/h (s) n/d

De 40 a 70km/h em 3a (s) 4,4

De 60 a 90km/h em 4a (s) 4,2

De 80 a 110km/h em 5a (s) 6,8

De 100 a 130km/h em 5a (s) 11

Máxima na pista de testes (km/h) n/d

Velocidade real a 100 km/h (km/h) 94,5

Consumo esportivo (km/l) 21,7

Consumo econômico (km/l) 27,4
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 27, 2015 6:43 pm

Gostaria de compartilhar com o pessoal do fórum minha experiência com relação ao Seguro da XT 660z.

Tenho seguro de moto com a PORTO SEGURO há mais de 13 anos e nunca tive problema em assegurar meus veículos com eles. Mas desta vez não queriam assegurar a moto. Dizem que é por causa do indíce de roubo do modelo. Bom, no primeiro contato através do corretor o site da Porto dava este modelo como não assegurável. Foi necessário o corretor ligar diretamente abrir um pedido de analize especial para o meu caso e aguardar 24h a posição da Porto. Fica ai a dica para quem estiver tentando fazer seguro para sua XT Tenere 660, tente pedir para seu corretor entrar em contato com a porto e abrir este pedido de analize... pelo que conversei, quase sempre eles liberam mas demoram um pouco. No meu caso tive que esperar 24h até mandarem uma posição FAVORÁVEL.

Para quem ficou curioso atualmente pago na Tenere 250 - 1000 R$ de Seguro, a nova 660 ficará em 2000 R$
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por RMVilla em Qua Maio 27, 2015 6:57 pm

Nossa, achei que ia ser muito mais! Pra mim numa tenere 250 0km pediram 3000.
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 27, 2015 7:05 pm

3000 R$ na Tenere 250....caramba. 

Acredito que pago menos devido ao tempo que tenho seguro com eles. Duvido que seja pelo meu perfil de Dalai Lama What a Face
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por RMVilla em Qua Maio 27, 2015 7:07 pm

Kkkkk

Bom, eu tb tenho alguns anos de apólice da City, mas acho que o meu CEP pesa muito. Infelizmente o ABC virou terra de ninguém em relação a roubos de motos.

Eu acabei desistindo da tenere, vou ficar com a City mesmo. Mês que vem tenho que renovar, vamos ver o susto......
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qui Maio 28, 2015 10:41 am

Segue alguns comparativos e matérias sobre a 660:



Yamaha XT 660R x Yamaha 660Z Ténéré x BMW G 650 GS


As maiores supertrail monocilíndricas do mercado se reúnem para mostrar qual é a mais afinada


fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/moto/testes/yamaha-xt-660r-x-yamaha-660z-tenere-x-bmw-g-650-gs-660446.shtml

Torque e disposição para longas viagens, simplicidade mecânica e robustez. As vantagens dos motores monocilíndricos são inúmeras, a começar pela largura da moto: as monocilíndricas são sempre as mais estreitas (por cilindrada, são também as mais leves), o que as credencia para as eventuais incursões for a de estrada. A maior desvantagem é a vibração.

Reunimos as motos supertrail com os maiores monocilindros do mercado, a BMW G 650 GS e as irmãs Yamaha, a primogênita XT 660R e a recém-chegada XT 660Z Ténéré. Faltou a versão Sertão da 650 GS, uma alemãzinha de alma selvagem não disponível no Brasil até o fechamento desta edição.

Magrela e brava
A XT 660R tem o visual mais agressivo, reconhecido nas ruas pelas duas ponteiras saindo por cima, encostadas a uma rabeta pontiaguda. As aletas do radiador remetem ao estilo das motos de motocross e o conjunto óptico dianteiro é minimalista, muito bem casado com a proposta.

Traz balança da suspensão traseira (em tubos de aço de seção retangular) e rodas na mesma cor negra. A posição de pilotagem parece com a de uma moto de motocross. Guidão largo (de ferro) e banco reto, com espuma densa, confirmam a disposição para o fora de estrada. A XT faz o condutor ficar com os braços abertos e o corpo próximo da roda dianteira, posição esportiva se comparada com a oferecida por G 650 GS e Ténéré 660. Apesar de possuir um para-brisa frontal, fumê, o banco duro e quadrado não facilita a vida em viagens longas. A bagagem vai ter que ir nas costas dela - reclamações à vista.

Mais baixinha
Com roda de aro 19 na dianteira (é a única do comparativo a tê-la, as demais são de 21 polegadas) e altura do banco cerca de 10 cm mais baixa que as irmãs XT, a BMW G 650 GS facilita a vida de quem tem menos de 1,8 metro de altura. Com pedaleiras bem baixas e pouco recuadas, na G 650 GS o piloto fica encaixado numa posição equivalente à de uma cadeira, com as costas retas e os joelhos pouco flexionados.

No face-lift que recebeu há pouco, a menor das GS ficou bem parecida com a extinta G 650 GS bicilíndrica. A nova bolha cresceu, dando mais proteção aerodinâmica ao piloto, e com o novo painel rejuvenesceu a moto.

As rodas agora são de liga leve, montadas com pneus sem câmara, indicando ainda mais que sua proposta é voltada majoritariamente ao asfalto. Ela também vai bem na estrada, mas é na cidade que se sobressai, mostrando-se uma excelente opção para ir ao trabalho, ao clube, à escola e à academia.

A Ténéré 660 é peculiar. Tem um visual bem, digamos, "dakariano". Explico: não agrada a todos, especialmente aos mais conservadores, pois é extremamente radical, fazendo clara referência a motos de rali.

A XT 660Z vai enganar muita gente que acredita que ela é apenas uma XT 660R carenada e com o tanque de gasolina ampliado. A Ténéré 660 é praticamente outra moto. A posição de pilotagem é diferente. O banco é mais ergonônico, com mais espuma, e talvez por isso mais alto que na XT normal.

O tanque, que ganhou capacidade suplementar para mais 8 litros, não exige que o piloto fique com as pernas abertas. Ao contrário, ele chega a ser mais estreito entre os joelhos se comparado com o da XT 660R.

O guidão de alumínio está posicionado bem mais alto que o das concorrentes, e a bolha para-brisa, se não cobre totalmente o capacete, pelo menos cobre o peito e permite manter velocidades elevadas de cruzeiro por mais tempo. O duplo disco de freio dianteiro garante muito mais poder de frenagem que as duas concorrentes deste comparativo - vantagem importante - e as suspensões são superiores.

As bengalas dianteiras contam com regulagens de compressão da mola e garantem um curso de roda de 210 mm, 15 mm a menos que a XT 660R e 40 mm a mais que as da BMW G 650 GS.

Na traseira, além de uma bonita balança forjada de alumínio, bem diferente das básicas, estampadas, que equipam as concorrentes, o amortecedor conta com reservatório de gás separado, possibilitando, além da tradicional regulagem de pré-carga da mola, a possibilidade de acertar a velocidade do retorno.

Diferentemente das rivais, na Ténéré o acompanhante fica bem instalado em posição mais elevada que o piloto e ainda sobra espaço para amarrar bagagens. A Yamaha também oferece malas rígidas de alumínio como acessórios. O bagageiro da moto é praticamente um encaixe para o baú traseiro.

Na prática

Exatamente como o design indica, os desempenhos dinâmicos e as respectivas posições de pilotagem estão muito bem acertados com as propostas de utilização. As duas Yamaha contam com a mesma potência máxima de 48 cv a 6 000 rpm e pequenas diferenças no torque máximo, que é de 5,95 mkgf a 5 250 rpm para a XT-R e de 5,95 mkgf a 5 500 para a Ténéré.

A BMW declara 50 cv a 6 500 rpm e 6,1 mkgf a 5 000 rpm de potência e torque máximos, respectivamente.

Quase iguais nos números, elas são bem diferentes na mão. Os engenheiros da Yamaha trabalharam, curiosamente, para que a moto mais estradeira ficasse com uma curva de potência mais linear e menos explosiva.

A Ténéré aceita rodar em baixa velocidade sem trancos na transmissão final, ao contrário do que acontece com a instigante XT 660R, que quer sempre o acelerador aberto. A G 650 GS foi a mais rápida nas acelerações.

Surpreendente mesmo é perceber que a Ténéré, com seu visual desértico e desenvolvida para engolir terra, mostrou- se mais comportada nas provas de acelerações e retomadas. Já nas frenagens, ela é bem superior.

A bomba de freio maior com manete regulável e os dois discos na frente fazem total diferença nas frenagens, tanto na sensibilidade quanto no menor espaço até a imobilidade.

As suspensões da Yamaha XT 660Z Ténéré também estão um passo à frente das rivais. Oferecem extremo conforto sem comprometer a estabilidade. Na terra, a diferença é brutal, principalmente diante da G 650 GS.

Apesar das semelhanças na configuração de motor e no desempenho, a BMW G 650 GS é uma moto muito mais voltada para uso urbano e rodoviário, mas no asfalto, com posição de pilotagem ereta e confortável.

A velha conhecida XT 660R também vai bem na cidade, mas já é capaz de atender a pilotos mais experientes, que sabem domar a fúria da roda dianteira querendo levantar a todo instante nas acelerações e retomadas.

A XT 660Z Ténéré vem pronta para engolir estradas, boas ou ruins. Sua curva de potência menos explosiva contribuiu para um ótimo consumo de 22 km/l. Com um tanque de 22 litros, ela faz jus, sim, ao glorioso título de Ténéré: a rainha do deserto.



Yamaha XT 660Z Ténéré


TOCADA

Impressionantemente prazerosa em qualquer tipo de terreno. Seja na terra ou no asfalto, ela dá aula de eficiência. Em movimento mostra-se menor do que aparenta ser.
★★★★★

DIA A DIA

É alta demais, mas se isso não for problema, é neutra, equilibrada e surpreendentemente fácil de trafegar entre os carros.
★★★★

ESTILO
Igual ao das motos vencedoras de ralis. Alta, robusta e pronta para qualquer desafio. Há quem não goste. Nós adoramos!
★★★★

MOTOR E TRANSMISSÃO
Assim como sua irmã R, o motor é à prova de bombas! Com nova gestão eletrônica, ficou mais Redondo e econômico. O câmbio para essa proposta merecia a sexta marcha.
★★★★

SEGURANÇA

Que freios são esses? Chega a ser um exagero o poder de frenagem. Um dedo no manete é mais que suficiente.
★★★★★

MERCADO

Ainda é cedo para saber sobre a aceitação. Se as concessionárias forem bem abastecidas, tem tudo para fazer sucesso, apesar da concorrência acirrada.
★★★★



Yamaha XT 660R


TOCADA
Nem esportiva como uma moto de competição nem pacata como uma moto comportada. Divertida, com certeza.
★★★

DIA A DIA

Um pouco alta, mas faz a buraqueira da cidade virar um tapete.
★★★★

ESTILO

Agradável, apesar dos anos. As duas ponteiras de escape, a rabeta afilada e as aletas estilo motocross dão de dez na G 650 GS.
★★★★

MOTOR E TRANSMISSÃO
O motor é à prova de bala. Não rende extrema velocidade final, mas é torcudo e superconfiável, como o câmbio.
★★★★

SEGURANÇA
O freios são os piores entre as motos deste comparativo. Uma bomba mais potente de freio na dianteira seria muito bem-vinda.
★★★

MERCADO

A Yamaha abaixou o preço. É a mais barata deste comparativo. Venderia muito mais se nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro não fosse a moto preferida dos ladrões.
★★



BMW G 650 GS

TOCADA
Por ser mais baixa e contar com roda dianteira menor é a mais fácil de pilotar. Os baixinhos agradecem.
★★★★

DIA A DIA

Bem próximo do ideal se não fosse o guidão muito largo. O baixo consumo é bem significativo.
★★★★

ESTILO
Diante das concorrentes, está um passo atrás. Melhorou depois do recente face-lift, mas a traseira com uma ponteira de escape falsa
não agrada.
★★★

MOTOR E TRANSMISSÃO

Motor ruidoso e câmbio não tão macio quanto o das concorrentes, mas tem vida longa sem necessidade de manutenção periódica.
★★★★

SEGURANÇA

A única deste comparativo equipada com sistema ABS nos freios. Bom no molhado, quando acrescenta segurança.
★★★★

MERCADO
Uma BMW, com sistema ABS e manoplas aquecidas, por 29 900 reais é bem interessante. Seguro baixo, confiável e econômica. Vende fácil, tanto zero como usada.
★★★★★
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qui Maio 28, 2015 12:12 pm

Primeiras impressões: Yamaha XT 660Z Ténéré


Motocicleta custa a partir de R$ 30.500 e vai bem na terra e no asfalto.
Marca japonesa disponibiliza apenas a cor azul e sem freios ABS.


fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2011/12/primeiras-impressoes-yamaha-xt-660z-tenere.html


A Yamaha acaba de lançar no Brasil a nova Yamaha XT 660Z Ténéré, que teve sua apresentação oficial ao público brasileiro na edição passada do Salão Duas Rodas, em outubro. Este modelo era muito esperado pelos consumidores e completa a chamada “família Ténéré”, já composta por XTZ 250 Ténéré e a XT 1200Z Super Ténéré. Foram três anos de ansiedade dos consumidores, desde o lançamento mundial da moto, em 2008, até a chegada ao país.



Com visual que remete às motos de rali e nome sugestivo — ténéré significa deserto no dialeto do povo africano touaregue —, a motocicleta chega com preço base de R$ 30.500 para brigar no segmento das trail de média cilindrada, que está aquecido no país. As concorrentes diretas são as monocilíndricas BMW G 650 GS e a Yamaha XT 660R, moto com a qual a Ténéré compartilha o mesmo motor. A Honda XL 700V Transalp entra na briga por suas características de uso misto similares à Ténéré, mas apresenta motor de dois cilindros e valor mais alto.



A lista segue com Suzuki DL 650 V-Strom e Kawasaki Versys, ambas também com motores de 2 cilindros, mas com aptidões mais voltadas ao asfalto que a Yamaha. Já a BMW F 800 GS está em outro patamar de conjunto e preço, custando R$ 42.900. Os deslizes da Ténéré frente às rivais, além de ser a última a chegar ao mercado brasileiro, são a opção de apenas uma cor (azul) e a falta dos freios ABS, que já está disponível no exterior para a moto e todas concorrentes possuem no Brasil, com exceção da V-Strom e da XT 660R.

Comportamento
O G1 avaliou a Ténéré 660 por um roteiro de 400 km, que passou por cidade, autoestradas, estradas sinuosas e trechos de asfalto com média de consumo de 19,6 km/l. Esse número multiplicado pelo tanque de 23 litros resulta em autonomia desejável para os que procuram por longas viagens. Devido à elevada altura do assento de 896 mm, quem possuir menos de 1,75 m de altura pode sofrer um pouco para conduzir a motocicleta e ter de ficar na ponta dos pés em alguns momentos.

Contudo, ao entrar em movimento, a motocicleta é fácil de ser domada e apresenta ergonomia confortável, mas sem deixar de ser bruta. Seu motor de 1 cilindro, 660 cm³, 4 válvulas e refrigeração líquida gera, de acordo com a fabricante, 48 cv de potência máxima a 6.000 rpm e 5,95 mkgf a 5.500 rpm. Na prática, o monocilíndrico é impetuoso, sobretudo até os 6.000 rpm.
A motocicleta garante ótimas arrancadas, o que proporciona bom desempenho na cidade, estradas sinuosas e deslocamentos de terra. Em autoestradas, à medida que a velocidade aumenta, a Ténéré perde um pouco de seu vigor, mas se mantém eficaz. Acima dos 100 km/h é notada a presença de sua alta bolha dianteira e das carenagens laterais, que protegem o motociclista das intempéries do clima. Contudo, o para-brisa gera turbulência a quem possui mais de 1,80 m, pois transfere o fluxo de vento à parte superior do capacete. Em altas velocidades também surge outra característica do motor que é a grande vibração e ruído típica dos motores de 1 cilindro.

Em trechos urbanos a Ténéré mostrou boa desenvoltura para enfrentar o trânsito pesado. O posicionamento esguio do motociclista sobre a motocicleta garante o controle da situação, auxiliado por um bom ângulo de esterço. Contudo, no “para e anda” da cidade o motor tende a esquentar em demasia.

Desafiando a terra
Apesar de poder assustar por seu peso de 186 kg a seco e imponência, a Ténéré mostrou maneabilidade e dinâmica interessantes, inclusive, na terra. Se em curvas de alta velocidade e trocas de direção no asfalto, o conjunto apresentou firmeza, fora dele, a sensação foi a mesma. Neste momento sua altura elevada a favorece e ajuda a superar os obstáculos com precisão.



Ao utilizar a posição em pé sobre a moto, ideal para trechos off-road, a Yamaha garante muita diversão aos adeptos do mototurismo e permite alcançar locais inóspitos. As suspensões garantem conforto e esportividade ao mesmo tempo.

Na dianteira, a Ténéré possui um garfo de telescópico com 210 mm de curso, enquanto na parte traseira o amortecimento fica a cargo de um monoamortecedor de 200 mm. Ambos possuem regulagens. Os pneus de uso misto também ajudam bastante, pois garantem boa aderência mesmo na lama.

Para os que desejam encarar a terra, a Yamaha disponibiliza uma série de acessórios, como os que estão presentes na moto avaliada. Protetor de mão (R$ 571,37), placa protetora de motor (R$ 601,61), protetor de farol (R$ 267,6) e cavalete central (R$ 608,45) são indicados pela marca para os usuários mais radicais. Outros acessórios interessantes são as malas, que podem ser fixadas lateralmente e na traseira. A mala superior, como a da moto avaliada, custa R$ 1.640, 46 e o kit de malas laterais saem por R$ 2.983,79.

Revivendo o passado
Ao trazer o nome Ténéré de volta ao mercado a Yamaha tenta obter novamente também o sucesso obtido com os modelos nas décadas de 1980 e 1990. Contudo, o momento do país é outro e agora há muitos concorrentes a altura. A Yamaha pecou pelo atraso de trazer a XT 660Z ao Brasil e ainda sem o ABS.

Mesmo que os freios funcionem bem graças ao dois discos de 298 mm, na dianteira, e o disco de 298 mm, na traseira, no momento de emergência o ABS é indispensável. Se por um lado a Ténéré "derrapa", por outro traz o trunfo de obter um produto moderno e eficiente sem perder as tradições que estão no imaginário dos motociclistas.
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qui Maio 28, 2015 3:22 pm

Yamaha anuncia recall da XT 660R e da XT 660Z Ténéré - (2015)

A razão do recall é uma inconformidade detectada no parafuso de união do tubo de deliberação.

A Yamaha convoca os proprietários das motocicletas XT 660R e das versões standard e com freios ABS da XT 660Z Ténéré ano/modelo 2015 para agendar numa concessionária autorizada a vistoria gratuita do parafuso de união do tubo de deliberação e, em caso de obstrução, substituição do referido parafuso e realização dos reparos no câmbio da motocicleta, gratuitamente.

Em razão de uma inconformidade detectada no parafuso de união do tubo de deliberação, a passagem de óleo é interrompida, impossibilitando a lubrificação do câmbio da motocicleta, podendo ocorrer o travamento da roda traseira, com risco de acidente e lesões aos usuários.  O tempo médio de atendimento é de 20 minutos, podendo estender até 12 horas, no caso de necessidade de reparação do câmbio, dependendo da extensão dos danos.

Os chassis de motocicletas atingidos pelo recall, total de 400 unidades, estão relacionados abaixo e, para mais informações, consulte o site www.yamaha-motor.com.br ou ligue para 0800774 3738, no horário comercial.


ModeloAno/ModeloA partir do chassiAté o chassi
XT 660Z Ténéré20159C6KM0060F00019909C6KM0060F0002089
XT 660Z Ténéré ABS20159C6DM0510F00003019C6DM0510F0000400
XT 660R20159C6KM0030F00244169C6KM0030F0024615
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Sab Jun 06, 2015 7:13 am

Bom pessoal, ontem foi o dia de pegar a moto na loja. Eu e a esposa fizemos nossa última pequena viagem com a Tenere 250 saindo de Ibiuna e indo até Jundiaí (130 km) para fazermos a troca das chaves.

Foi uma ida tranquila e deu para aproveitar estes últimos kms com a Tenerezinha (39.000km rodados) Wink Uma coisa eu digo, vou sentir falta dela... moto muito versátil e gostosa de pilotar tanto na cidade como na estrada. A esposa achou o banco muito confortável só perdendo para a Citycom.

Troca feita, e as primeiras impressões da 660 foram fortes... ela vibra razoavelmente, mas menos que a XT 660  tendo um motor um pouco mais comportado que esta (O mesmo com alguns ajustes para ficar mais dócil), mas ainda sim dá uma sensação de trator e que não gosta de rotações abaixo da faixa dos 3000 rpm. Neste aspecto lembrou muito minha antiga Teneré 600.

Pegamos um pouco de trânsito na cidade e deu para notar que, como havia lido, ela esquenta um pouco as pernas. Comparado com a Midnight 950, este aquecimento incomoda pouco o piloto e garupa. Lembrando que a Teneré possui arrefecimento líquido e a Midnight não.

Antes de voltarmos passamos no mecânico para últimos ajustes e verificações... vacina anti furo, verificação da corrente e componentes, pastilhas e líquido de arrefecimento. Tudo ok, e lá fomos nós para estrada.

Sempre fico tenso nestas primeiras viagens com moto nova (ainda mais Semi-nova, que é o caso da minha 2012 com 5000 km), já que ainda não tenho confiança no conjunto mecânico. Mas a moto se comportou perfeitamente, e depois de 1h30 de viagem chegamos em Ibiuna.

A moto é alta, caramba! eu tenho 1.79 de altura e ainda sim ela é chatinha de subir. Para colegas com estatura menor fica realmente complicado. Por sorte já existe no mercado kit para rebaixamento da moto.

Hoje vou aproveitar e colocar algumas borrachas de proteção entre os parafusos de fixação e as carenagens laterais, que segundo muitos relatos têm a tendência de trincar devido a vibração. Assim que possível posto fotos Very Happy
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Médias de consumo da Tenere 660z

Mensagem por rubens caruso em Seg Jun 08, 2015 10:55 am

Havia pesquisado o consumo, e o pessoal passou gastos entre 18-21 km/litro. Sei que a média depende muito do tipo de tocada do dono, no meu caso conduzo a moto bem tranquilo usando o motor mais para ultrapassagens seguras.

Abaixo algumas médias dos percursos que venho realizando. Na Teneré 250 minha média no mesmo percurso era 30 km/litro. O que percebi é que mantendo o motor da 660 próximo da faixa de 3500 Rpm o motor se torna muito econômico. Infelizmente para isso é necessário manter a velocidade entre 80-100 Km/h  Cool

1° - 25.9 Km/litro com gasolina comum.
2° - 24.9 Km/l com gasolina comum.
3° - 29.2 KM/l com gasolina aditivada.
4° - 23.8 Km/l com gasolina comum.
5° - 23.4 Km/l com gasolina comum.
6° - 24.9 Km/l com gasolina aditivada.
7° - 26.07 Km/l com gasolina comum.
8º - 24.93  Km/l com gasolina comum.
9º - 25.50 Km/l com gasolina aditivada.
10º - 23.99 Km/l com gasolina aditivada.
11º - 27.0 Km/l com gasolina comum. (Regulagem da marcha lenta pelo parafuso de ar. RPM aumentado para 1400-1500)
12° - 25.60 Km/l com gasolina comum.
15.000km  - 25.69Km/l gasolina comum.
15.400km  - 24.69Km/l gasolina comum.
16.000Km  - 21.94Km/l gasolina comum. (Rodando mais forte, rodovias de 120km/h)
16.700 Km - 27.32 Km/l gasolina comum.

Lembrando que o percurso que faço basicamente são Rodovias de baixa velocidade. (Rod. Bandeirantes 120km/h) - (Rodo Anel - 100km/h) - (Rod. Raposo Tavares 90-80 km/h) - (Rod. Bunjiro Nakao 80 km/h)


Última edição por rubens caruso em Sex Ago 07, 2015 9:30 am, editado 14 vez(es)
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Ter Jun 09, 2015 12:06 pm

XT 660R e Ténéré travam batalha interna na Yamaha

Fonte - http://carros.uol.com.br/motos/noticias/redacao/2011/11/27/xt-660r-e-tenere-travam-batalha-interna-na-yamaha.htm#fotoNav=2

Assim que a XT 660Z Ténéré foi lançada, em setembro, o Brasil passou a abrigar toda a família aventureira da Yamaha: além dela, haviam a XTZ 250 Ténéré e a XT 1200Z Super Ténéré. A chegada da Ténéré provocou ainda uma briga em casa: umas das motos mais tradicionais do line-up da marca dos diapasões, a XT 660R, ganhou uma concorrente doméstica.

Claro que a XT 660R, a "Xtezona", como é normalmente chamada, continua requisitada pelos seus fãs. Até outubro deste ano, foram vendidas 1.595 unidades. Mas agora o interessado em uma trail de média cilindrada vê na sua irmã Ténéré 660 uma concorrente de peso. Enfim, desde o lançamento da 660Z muitas pessoas perguntam se a 660R será descontinuada. Ou mesmo, indagam sobre quais as diferenças relevantes entre uma e outra.

A dúvida parece dominar a maioria e é por isso que decidimos colocá-las frente a frente, a fim de elucidar minuciosamente o que as versões R e a Z podem oferecer aos consumidores. E aproveitamos para esclarecer outra incerteza: os dois modelos continuarão a ser vendidos, segundo a Yamaha.



MESMO MOTOR


 Esteticamente, as diferenças são grandes. Porém na parte mecânica as duas versões se assemelham. O mesmo propulsor monocilíndrico equipa as duas motocicletas. Sendo assim, o desempenho é praticamente o mesmo: motor de 660 cm³ de capacidade, comando simples no cabeçote (OHC), quatro válvulas e refrigeração líquida capaz de produzir uma potência de 48 cv a 6.000 rpm e um torque máximo de 5,95 kgfm a 5.500 rpm.



Todavia, na prática, a XT 660R privilegia as arrancadas em semáforos e aquele "soco" no estômago quando se gira o acelerador com vontade, caracterizando uma tocada mais urbana. Já a Ténéré 660Z tem uma aceleração mais linear e melhor distribuída em todas as faixas do motor, garantindo saídas menos bruscas. Entretanto, a relação de marchas e a relação final são exatamente iguais em ambos os modelos. Segundo os engenheiros da marcas, a diferença de tocada sentida na prática se explica por uma caixa de ar maior na Ténéré e um consequente mapeamento de motor diferente entre elas, alterando, na teoria, a curva de torque e potência.

Outra disparidade dentro do mesmo propulsor se dá na velocidade final de ambas as versões. Embora seja igual, o piloto não conseguirá manter 170 km/h na XT 600R (e nem deve), pois a aerodinâmica não permitirá. Diferente da XT 660Z Ténéré, projetada para encarar longas viagens e que oferece uma boa proteção aerodinâmica com seu parabrisa.



Outra semelhança, mas que acaba mostrando a diferença entre a proposta de ambos os modelos, está no consumo. Tanto a XT 660R como a Ténéré rodam em média 20km/litro. Mas a Ténéré tem um tanque de 23 litros e teria uma autonomia para mais de 450 km, enquanto o reservatório da XT 660R tem capacidade para apenas 15 litros e menor autonomia.



ERGONOMIA


 Talvez as maiores diferenças entre R e Z sejam na ergonomia. Reforçando a fama de ser uma motocicleta que transpõe qualquer obstáculo, a 660Z Ténéré tem uma carenagem frontal condizente ao rótulo de aventureira. O ar "corre" pela moto e não atrapalha o condutor, que viaja a 150 km/h sem problema nenhum.



O grande trunfo da recém-lançada Ténéré é o dinamismo, seja na estrada ou na cidade. Conhecemos bem o projeto da XT 660R e a relação dele com o trânsito urbano. Se não fossem os milhares de ladrões de olho nesta moto, poderíamos afirmar que se trata de uma das melhores motos para vencer o caos das cidades.



No entanto, sua irmã Z também vai bem na cidade e sua ergonomia permite ao piloto trafegar entres os dois mundos -- cidade e estrada -- com mais autoridade que a bordo da XT 660R. Salientando que a versão R mantém a soberania na cidade, se esse for seu itinerário diário.



CICLÍSTICA


 Separar a ciclística da ergonomia é fundamental neste comparativo. Se na ergonomia as diferenças são gritantes, quando analisamos a ciclística as semelhanças são muitas. Mesmo conjunto de suspensões, freios quase iguais, pneus e rodas com as mesmas medidas.



Na dianteira a Yamaha equipou as duas motos com o tradicional garfo telescópico, sendo 210 mm de curso para a versão Z e 225 mm par a R. Surpresa? Parece que o mítico nome Ténéré não nasceu na versão 660 cm³ tão própria para a terra, mas isso veremos mais a frente. Ainda na suspensão, as mesmas soluções para a traseira: balança com suspensão monoamortecida e 200 mm de curso.



Já nos freios uma grande diferença. Enquanto que a XT 660Z utiliza dois discos de 298 mm na dianteira, a XT 660R disponibiliza somente um. As duas motos contam com um disco simples de 245 mm mordendo a roda de trás. Na prática, o disco duplo dianteiro da versão Z faz muita diferença, dando mais confiança ao piloto -- a Yamaha bem que podia oferecer o sistema de ABS como opcional, assim como faz na Europa. Os pneus e rodas têm as mesmas medidas: dianteiro 90/90-21 e traseiro 130/80-17.



ON/OFF-ROAD


 Quem está lendo o texto até aqui deve estar se perguntando como estas motos se saem na terra. E é aqui que entra um ponto crucial. Lá no começo analisamos estrada e cidade, com ampla vantagem no trânsito urbano para a versão R e domínio nas viagens de fim de semana para a série Z.



Essa conclusão pode ludibriar o leitor deste comparativo. As qualidades que fazem da XT 660Z uma ótima companheira na estrada, não a credenciam da mesma forma no fora de estrada. Mais pesada -- a versão Z (206 kg) tem 25 quilos a mais que a R (181 kg) -- a Ténéré 660 é mais difícil de ser controlada na terra.



Já a XT 660R parece estar em seu habitat natural e desliza pelo terreno irregular com muita propriedade. É fato que as pedaleiras mais largas na versão Z contribuem para a pilotagem em pé e ela consegue sim trafegar por este piso. Mas mesmo assim a 660R ganhou neste quesito.



CONCLUSÃO


 Sem dúvida nenhuma as duas motos são projetos acertados e que vieram pra ficar -- principalmente no caso da 660Z, já que a 660R já provou isso. Agora, se sua intenção é pegar a companheira e viajar sempre e para longe, sem dúvida a XT 660Z Ténéré vai garantir mais conforto, tanto para o piloto quanto para a sua garupa.



Mas se você é aquele motociclista urbano, que em alguns finais de semana gista de ir até a praia, ou mesmo enfrentar um off-road com seus amigos no interior, com certeza a XT 660R atenderá melhor aos seus anseios.



No entanto, para definir entre uma ou outra o preço é fundamental. A nova XT 660Z tem preço sugerido de R$ 30.500, enquanto que a XT 660R custa R$ 25.800. Se a diferença é grande, cabe a você analisar qual será a utilização que fará da moto.
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qui Jun 11, 2015 6:05 pm

Para poder instalar um Báu Givi 36 litros acabei adquirindo um bagageiro da marca Chapam. Barato (74.00 R$) e bem funcional:




Adquirido pelo Mercadolivre: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-652620773-bagageiro-chapa-suporte-bau-xt660-z-tenere-preto-7755-_JM

Ps: (13/Julho/2015) - Após a primeira chuva os parafusos enviados já apresentaram ferrugem Suspect . O Bagageiro em sí está perfeito mesmo depois de várias chuvas.


Última edição por rubens caruso em Qua Ago 05, 2015 3:59 pm, editado 2 vez(es)
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Sex Jun 12, 2015 10:50 am

Bom, depois de 1100 km rodados verifiquei hoje que fui sorteado, como muitos proprietários da 660z com um dos piscas quebrados na haste.

Apenas para visualizar, a foto não é da minha.


Fonte:http://www.forumxt600.com.br/forum/sutra972275.html

Acabei resolvendo com fita isolante e já reforcei os de mais rabbit
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Sex Jun 12, 2015 2:08 pm

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Peças Similares para Xt 660z Teneré

Mensagem por rubens caruso em Qua Jun 17, 2015 12:52 pm

Fazendo algumas pesquisas em fóruns sobre peças paralelas, consegui verificar as seguintes:


OBs: Tem que se confirmar cada caso ok. Agrupei aqui no tópico a informação que tenho achado a respeito mas não testei Cool

Peças Similares:


Kit de Adesivos: Marca DecalX - 376 R$ (Jul/2015) - http://www.decalx.com.br

Bateria:
Marca Bosch - Modelo: Gel Btx8 - 175 R$ (Jul/2015)

Relé e partida: Marca: Magnetron - 53 R$ Jul/2015 (O mesmo da XT-660R / Fazer-250 / XJ-6n/f)
 
Corrente de Comando: O código da peça no catalogo é 94591-57126, a mesma corrente de comando da xt660r

Filtro de Óleo: vedamotors (do grupo Athena) (mesmo usado na XT 600)

Filtro de ar: Opções:

MoldSpuma (Off Road ou Esportivo): 70 R$ (Jul/2015)
K&N (Esportivo): 349,00 R$ (Jul/2015)

Rele de partida: Marca Magnetron

Retificador  Mesmo da CB500, FALCON ou Virago 250(Este da Virago não tem necessidade de adaptar o chicote, conector é o mesmo da 660) - (Informação do site Xt660.net : " a bobina da 660 é enrolada na posição triangulo e as motos com bobinas na mesma posição são CB500, FALCON ou VIRAGO250 (dentre outras, pois estavamos procurando uma de custo baixo e de fácil comercialização) no seu caso o que já fizemos e indicamos aos nossos clientes é o regulador da VIRAGO 250 por não ter a necessidade de adaptar chicote, pois o conector é o mesmo da 660 e por ter o enrolamento de bobina igual ao da 660."

Opções:
Chiaratto: http://www.retificadorregulador.com.br/ 250,00 R$ - Retificador XT660 (Jul/2015) novo ou envio do original com problema para arrumar.

Carlão reguladores eletronicos: https://www.facebook.com/carlaoregmotos

No caso de optar pela da Virago 250 que parece ser o melhor custo benefício, existem opções da marca SERVITEC e MAGNETRON.



Escapamento: 3A ROCKET ESCAPAMENTOS - Curva e Ponteira - 1548,00 R$ (Setembro/2015)



http://www.3arocket.com.br/ ou http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-681753699-escapamento-yamaha-tenere-660-_JM

Pastilha freio traseiro:  Mesma da CB500

Opções:
DIANTEIRA e TRASEIRA:

•PASTILHA  COBREQ
•PASTILHA  DIAFRAG
•PASTILHA  FISCHER

FICHER:
Códigos das pastilhas que equipam a YAMAHA XTZ Ténéré 660:

Fabricadas entre os anos de 1991 a 1998

Dianteira: FJ1120M
Traseira: 0900M

Fabricadas entre os anos de 2008 em diante com ou sem freios ABS

Dianteira: FJ1040C (necessária compra de 2 jogos)
Traseira: 1070M

Retentor de Bengala:
Marca Vedamotors - 30 R$ Jul/2015 (O mesmo da Yamaha XTZ750 Super Ténéré e Yamaha XT660)

Jogo Discos de embreagem: Mesmo da 7 galo (CBX750)

Jogo de Juntas do motor: Marca: Valflex - 70 R$ Jul/2015

Cabo da Embreagem: O da Falcon Nx 400
 

Disco De Freio Traseiro: MARCA FABRECK : http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-658891606-disco-de-freio-traseiro-yamaha-xt-660z-tenere-ano-2008-2014-_JM


Caixa de direção: As mesmas da Lander.

Piscas: Piscas da Lander

Raios roda dianteira: Mesmos da XRE 300.

Parabrisa:
Marca: Motobolhas: http://www.motobolhas.com.br/yamaha/3690-bolha-yamaha-tenere-xt660z.html

Protetor de mão: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-666069002-protetor-de-mo-yamaha-tenere-660-_JM#D[S:HOME,L:CONVCATEG-CORE-ITM,V:1]

Amortecedor: Restaurar em caso de vazamento: www.cmotos.com.br

Placa de Partida (Cremalheira): Marca:  WGK, 150,00 R$ (Ago/2015) Na verdade modelo descrito para a Xt 600 e a Xt 660r (Provavelmente serve na 660z) http://wgkindustria.com.br/

Motor de Partida Modelo Original. Marca:  Magnetron. 510,00 R$ (Ago/2015) Na verdade modelo descrito para a Xt 600 e a Xt 660r (Entrei em contato com um dos representantes, Milani Moto Peças,  e este afirmou servir sim Smile http://www.milanipecas.com.br/256-motor_de_partida_modelo_original_yamaha_xt_600_e_xt_660_r_magnetron?search=90205670

Tampas laterais em Fibra de Carbono:
500 R$ o par (Jun/2015) Contado: Júnior Soares de Lima (Whatsapp:
019 98148 2269)- Peça melhor que a original de plástico que trinca nos encaixes dos parafusos.






Coxins (ou amortizadores) do cubo traseiro: 
Coxins Demtec (originais) Kit , que são os originais da Yamaha, usados nas XTs 660 R e Z.

Relação: Opções: (Relação Original é 45*13 corrente de 112 elos)


Opção 1 (A mais cara... porém segundo relato a melhor)
Coroa de 45 dentes da marca AFAM;
Pinhão de 15 dentes da marca AFAM;
Corrente AFAM (520 passos e 116 elos) com retentor e emenda rebitável.

Opção 2 - 400 R$ + ou - (2015)
Coroa de 45 dentes da marca Riffel;
Pinhão de 15 dentes da marca Riffel;
Corrente DID VP2 (520 passos e 112 elos) com retentor e emenda rebitável.

Opção 3
Coroa de 45 dentes da marca Vaz;
Pinhão de 15 dentes da marca Vaz;
Corrente DID VP2 (520 passos e 112 elos) com retentor e emenda rebitável.

Opção 4 (Corrente que suporta grande carga...)
Coroa de 45 dentes da marca Riffel;
Pinhão de 15 dentes da marca Riffel;
Corrente RK 520GXW X-Ring (520 passos e 116 elos) com retentor e emenda rebitável.

Para quem quiser ver alguns preços de peças originais affraid affraid affraid : http://www.bibbos.com.br/tenere-xt-660-z/g/604/

Fontes:
Sites diversos

http://www.tenereclub.com.br/viewtopic.php?f=7&t=3813&start=90
http://xt660.com.br
http://portalbigtrails.com.br/forum


Última edição por rubens caruso em Qua Out 21, 2015 12:13 pm, editado 32 vez(es) (Razão : Pisca da Lander - incorporado na lista ;))
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Jun 17, 2015 1:07 pm


Fazendo uma boa pesquisa na Net percebi que muitos proprietários da 660z têm verificado uma falha com relação ao filtro de ar original que deixa, em alguns casos, passar sujeira para a caixa de ar e consequentemente motor.  

Seguindo alguns links deu para verificar que este problema de vedação foi registrado no exterior e lá a Yamaha tomou medidas como substituição do sistema de filtro de ar. Aqui no Brasil para variar, a 660z foi lançada sem esta modificação estando as motos mais sujeitas a uma filtragem ruim em alguns casos.

http://www.wilddog.za.net/forum/index.php?topic=37909.0

"...TENERE ISSUES RESOLVED

We at Yamaha have noted that one or two concerns have been raised about the new XT660Z Ténéré on the Wild Dog forum. We’d like to thank you guys for bringing these to our attention and would just like to give you a quick update on the steps we’ve taken to resolve these issues.

Currently two minor concerns have cropped up.
Firstly, there have been one or two reports that under extremely dusty conditions, the standard paper air filter does not cope as well as expected. Please note that this only occurs under extreme conditions.
To us this is not good enough and we have accordingly introduced an additional Genuine Yamaha oiled, foam filter to be fitted in conjunction with the current paper filter. Our dealers have been informed of this recommended modification and the additional filter will be fitted free of charge by appointment at any authorized Yamaha Motorcycle dealer. Although this solution works perfectly and does not diminish performance, we anticipate that Yamaha Motor Company may in future develop an alternative and unique single filter suited to our conditions.


Secondly, we have had a few isolated cases where water has penetrated the regulator/rectifier coupler causing the battery not to charge resulting in a flat battery. Although we are only aware of 3 units with this symptom (in our book that’s 3 too many), we have introduced a water tight remedy which we would like to implement on all Ténérés in the market to ensure a trouble free ownership experience. In the next week, the Yamaha dealer network will be provided with the recommended solution and materials to avert any further similar occurrences.
 
We will be asking our dealers to contact customers to have both issues attended to simultaneously wherever possible. Should any Ténéré customer not already have been contacted by their selling dealer for an appointment, we request that you book your bike in at your earliest convenience to have this work carried out at no cost to yourself.
 

We apologize for any inconvenience and concerns this may have caused, but we believe in getting things right and these pre-cautionary measures should be attended to as soon as possible.
 
All other local feedback on the Ténéré has been overwhelmingly positive and for that we thank all of our valued customers.
                                                 

Posted by ‘Red Cherry” , the official media representatives of “Yamaha Distributors” ..."


http://www.vdsr.co.uk/index.php?topic=6691.0

"...I`m going to copy and paste the article from our website , www,wilddog.za.net

So after all the researching and reading last night.
I got up bright and early  , mission :
Remove and wash my airfilter in washing powder and water , as per instruction K&N competition filters.

Shock !
I removed the filter , it was still nice and clean from last Saturdays cleaning.
Removed both LH and RH  Air filter box side covers to find a whole lot more sand / dust in the box than I had expected.
..."




http://www.xt660.com/showthread.php?t=17756

A sugestão é a troca do filtro original de papel, que segundo testes de proprietários não veda bem deixando passar algumas partículas, pelo modelo para OFF-ROAD da MoldSpuma ou importado esportivo da K&N.

Fiz opção pelo nacional (Off-Road) da MoldSpuma. Eles têm dois modelos, um para OFF-Road e um Esportivo. Para quem ficou curioso paguei 65 R$ no filtro.

----------------------------------------------------------------------
Ps: 16.000 km - (Resolvi por segurança, na minha Teneré, vedar com silicone (Veda Calha - transparente)  o lado maior da caixa de ar. Realmente a falta de uma vedação nas tampas é preocupante. Na tampa menor vou colocar graxa na junção assim por este lado posso verificar o interior periodicamente.

Basicamente o que fiz foi preencher o encaixe com silicone, mais ou menos como mostrado aqui na foto de outro site... só que no caso foi feito com graxa:




>>>>>>>>>>>Importante<<<<<<<<<<
Agosto/2015 - Hoje seguindo alguns relatos de colegas que acusaram, após conserto na garantia, a presença de uma vedação tanto na lateral esq. como dir. do filtro de ar. Liguei nas duas concessionárias aqui de Jundiaí. Em ambas existia a tal vedação sob encomenda, lado dir: 50.00 R$ e lado esq. 70.00 R$.  Suspect

Agora com certeza as concessionárias vão começar a colocar a vedação sem aviso, assim se eximindo da responsabilidade pelas motos que por erro deles saíram sem a tal vedação que aparentemente não existia ou não foi colocada na montagem.


Última edição por rubens caruso em Qua Set 02, 2015 12:55 pm, editado 7 vez(es)
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Gastos gerais

Mensagem por rubens caruso em Qua Jun 17, 2015 6:51 pm

Para os curiosos: 

1° troca de óleo + filtro: 67,00 R$ (Jun/2015)
2° troca de óleo (3000km rodados): 56,00 R$ (Jul/2015)
Troca da pastilha de freio traseira: 50,00 R$ (Jul/2015 - rodaram 12000 Km)
...


Última edição por rubens caruso em Sex Jul 10, 2015 4:43 pm, editado 3 vez(es)
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Sex Jun 26, 2015 12:27 pm

Esta semana estava conversando com um colega que é apaixonado pela Teneré 660z, mas como ele possui uma estatura pequena a altura da moto é proibitiva. Imagino que muitos colegas acabam por ficar na dúvida da aquisição da moto por conta dessa altura exacerbada.

No caso já há no mercado forma de abaixar a moto em 10 centímetros com um Kit de Rebaixamento:





http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-668588342-kit-rebaixador-xt-660z-tenere-frete-gratis-_JM
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Sex Jun 26, 2015 3:59 pm

Uma modificação no escapamento para os fortes... imagino como deve ficar o ronco. No link abaixo tem todas as etapas Twisted Evil



Yamaha XT660z Tenere exhaust tuning, a step by step account:


https://www.facebook.com/media/set/?_rdr=p&set=a.352742291478164.84805.123637337721995&type=1
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Eliminar estouros no escapamento - Desativar sistema AIS

Mensagem por rubens caruso em Ter Jul 07, 2015 10:00 am

Na Teneré existe um sistema chamado de AIS (Sistema de Indução de Ar) que tem como função queimar os gases não queimados no escapamento injetando ar fresco (ar secundário) na porta de exaustão. Esse é o motivo do escapamento dar pequenos estouros... os famosos Puns What a Face

Esse sistema diminui a emissão de poluentes. Mas como muitos não gostam destes Puns, existe uma forma de eliminá-los quase 100% é só desativar o sistema AIS. No caso existe um tutorial no fórum Xt660.com.br que explica muito bem o processo. No caso da Teneré 660 é necessário somente obstruir uma mangueira para desativar o sistema.




Para ver o tutorial completo, inclusive disponibilizado em PDF só visitar:

http://xt660.com.br/showthread.php?720-Tutorial-Desativar-AIS-e-eliminar-estouros-do-escapamento&langid=1
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Teneré 660z - Tendência a apagar na saída de semáfaros... e com motor frio engasgar em curva em baixa rotação.

Mensagem por rubens caruso em Qui Jul 09, 2015 9:00 am

No dia que peguei a minha 660z na loja, ao acelerar para sair ela morreu... percebi ao longo deste período com a moto (7000 km) que ela tem uma tendência a apagar quando abrimos demais o acelerador para colocá-la em movimento inicial. Ou seja, todo o semáforo fechado ou trânsito mais parado existe uma chance da moto apagar ao sair se não for dosado corretamente o uso da embreagem e do acelerador em conjunto neste momento.

Lendo o relato de vários proprietários tanto da Xt 660z Teneré quanto da XT 660r, que possuem o mesmo motor, descobri que esta é uma característica de ambas. Depois de algum tempo de uso e ganho de experiência, as apagadas diminuem já que conseguimos controlar melhor a saída da moto evitando essa tendência a apagar.

Uma das formas indicadas para amenizar esse engasgo inicial é elevar um pouco o RPM da marcha lenta. A sugestão é deixá-la próximo dos 1400/1500 RPM com motor aquecido. Na minha moto a marcha lenta estava em 1000-1200 RPM e realmente a sensação era que ia apagar sozinha ao parar.


Regulagem da Marcha Lenta

Bom, regulei a marcha lenta e agora a moto parece mais esperta ao sair mostrando menos engasgos. A conclusão é que este motor realmente pede uma marcha lenta um pouco mais alta que o habitual.

Ps: Outra melhora, com o uso da marcha lenta mais elevada, descrita em vários relatos é diminuir também a tendência da moto ainda fria as vezes dar uma engasgada e apagar em baixa rotação ao estar fazendo uma curva. No meu caso já havia notado isso na minha e tomado uns dois sustos homéricos Razz . Como vinculei isso com o motor frio, criei o hábito de deixar a moto esquentar um pouquinho (1 minuto + ou-) antes de sair e senti uma melhora. Agora com o aumento da marcha lenta o motor deve alcançar a faixa ideal de temperatura mais rápido e amenizar mais ainda essa característica.


Fonte principal: http://xt660.com.br/showthread.php?1144-Como-ajustar-as-RPM-da-marcha-lenta-na-XT660
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qui Jul 23, 2015 10:19 am

Aproveitei a data e adquiri um porta GPS para colocar no trator  bounce  Preço ótimo, 50 R$. Fiz uma pequena adaptação com duas braçadeiras e um toquinho de madeira para adaptar instalação na barra da moto.

Uso meu celular como Gps.

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-681436482-bolsa-capa-c-suporte-p-gps-celular-p-moto-a-prova-dagua-_JM



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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por Evandro Santana Pereira em Dom Jul 26, 2015 3:01 pm

Legal, Rubens! Nosso, olho o para-brisa da sua Ténéré e má ânsia só de lembrar o tanto de calor que eu já passei com o meu Citycom... Agora rodo com ela sem qualquer para-brisa... Não consigo nem cogitar em colocá-lo de volta, rs...

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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Dom Jul 26, 2015 4:26 pm

Fala Evandro, lembro que na City também tinha dias que passava um belo calor com a bolha dela. 

Na Teneré 660 passo menos calor, como a bolha é estreita a ventilação é melhor.
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Re: XT 660z Ténéré- Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Seg Ago 10, 2015 2:53 pm

História da Ténéré
Recentemente o mundo moto ciclístico na internet sofreu um grande alvoroço com a simples divulgação de que a Yamaha estaria lançando no mercado brasileiro mais uma motocicleta de 250cc. A notícia não teria tanta repercussão se não fosse a moto em questão uma integrante da família Ténéré.
Bastou mencionar o nome Ténéré para que paixões aflorassem e o novo produto se tornasse instantaneamente o sonho de consumo de uma legião, antes mesmo da moto chegar às lojas ou fossem conhecidas as suas características técnicas.
Esse episódio mostra como podemos ser influenciados ou sugestionados por uma marca ou por um nome que habita o nosso imaginário, conceitos gravados profundamente no nosso cérebro. Basta que ouçamos uma única palavra para que nossos corações assumam uma simpatia inexplicável.
Vamos poder entender melhor como é que a marca Ténéré foi gravada em nossos subconscientes fazendo uma viagem no tempo, voltando ao século passado, meados de 1979.
         
Ligação com o Rali Paris-Dakar
         
Desde a sua primeira edição em 1979, o Rali Paris-Dakar vem exigindo que fabricantes de automóveis, quadricíclos, caminhões e motocicletas desenvolvam produtos especiais, destinados a suportar mecanicamente as severas dificuldades impostas pela prova.
Por solicitação e parceria da equipe Sonauto-Gauloises - Team Racing, a Yamaha, que já via na mais famosa prova de off-road do mundo a oportunidade de fazer publicidade da sua marca, criou uma motocicleta com características de veículo militar de duas rodas, cujas características marcantes eram o grande tanque, com capacidade de armazenar combustível suficiente para cruzar sem reabastecimento as longas distâncias que o rali exigia.
Um grande curso das suspensões dianteira e traseira, cuja tarefa era encarar com valentia os trechos de areia e pedra característicos das regiões inóspitas por onde o rali passava e, finalmente, uma novidade para a época, freio a disco dianteiro, tudo isso somado ao inquebrável motor que equipava a XT 500 da época.
Em 1983, influenciados pelo sucesso e popularidade obtidos pela enorme motocicleta no rali, a Yamaha lançou no mercado uma réplica urbana daquela usada até então na competição.
        
Cronologia das Ténéré 600cc no Brasil e no mundo
                           
Modelo 1983:
         
A primeira da família teve como característica principal, como não poderia deixar de ser, devido ao apelo promocional, o grande tanque de combustível com capacidade para 30 litros. Para complementar a imagem de moto valente, feita para qualquer terreno, instalaram um motor monocilíndrico de 600cc, derivado do 500 cc que era usado pelas motos do rali.
As cores de lançamento também remetiam à lembrança do rali - branca com vermelha e azul com preto, utilizada pela equipe Sonauto-Gauloises - Team Racing.
A escolha do nome foi tratada com carinho pela Yamaha, fazendo com que a nova moto fosse batizada de Xt 600z Ténéré, em alusão à parte mais difícil do rali, uma região desértica no centro sul do Deserto do Saara.
O nome Teneré vem da linguagem tuaregue, significando "deserto". Compreende uma vasta planície de areia que estende-se desde o nordeste do Níger ao oeste do Chade, ocupando uma área de 400.000 km².
A moto virou sucesso imediato na Europa, principalmente na França onde nasceu o rali Paris-Dakar. Daí, para virar sucesso mundial foi uma questão de pouco tempo.
      
 
                           
   
 
                           
Modelo 1986:
         
Neste ano a motocicleta, por força do mercado que exigia uma moto mais ON do que OFF-ROAD, ganhou partida elétrica e sofreu uma drástica redução no tamanho e capacidade do tanque de combustível, que passou a ser de apenas 23 litros, facilitando seu uso urbano.
   
 
                           
   
 
                           
Modelo 1988:
         
Dois anos depois da última modificação, ganhou uma grande carenagem e faróis duplos, ficando muito mais atrativa, bem como um motor mais forte e disco de freio na roda traseira.
                           
Modelo 1991:
         
O mercado exigia cada vez mais motos esguias, que facilitassem a pilotagem em off-road mais brando e uso mais fácil nos engarrafamentos dos grandes centros.
Por conta disso o modelo de 1991 teve seu tanque de combustível reduzido para comportar apenas 20 litros, 10 litros a menos que o modelo original, o que deixou a moto mais estreita e mais fácil de pilotar.
                           
   
Modelo 1994:
O último modelo de 600 cc fabricado com o nome Ténéré não sofreu alterações significativas em relação ao modelo de 1991. 
No Brasil foi substituída pela XT 600 que passou a ser montada em Manaus desde fevereiro de 1993. 
A partir de então as Ténéré deixaram gradativamente de ser importadas, pois não tinham como concorrer com o preço mais baixo da nacionalizada.
                           
Curiosidade:
De 1993 a 1999, a Yamaha fabricou também a Xtz 660 Ténéré, equipada, como o nome sugere, com motor monocilíndrico de 660cc, entretanto esse modelo não chegou a ser importado oficialmente para o Brasil, infelizmente.
                           
      
A Xt750z Super Ténéré.
Em 1989 a Yamaha lança no mercado japonês e europeu, outra representante da família, a Xtz 750 Super Ténéré, que passou a ser oferecida no mercado brasileiro somente em 1990, onde reinou praticamente absoluta no segmento das big Trails até quando deixou de ser produzida em 1996.
Os últimos exemplares foram oferecido no Brasil até 1997. A robustez e confiabilidade mecânica eram as suas características principais e por esse motivo foi à eleita pelos grandes estradeiros como a moto ideal para aventuras de longas distâncias, viagens fartamente relatadas em sites e blogs na internet.
Talvez a culpa pelo fim da big trail tenha sido da própria Yamaha que concorria consigo mesmo comercializando a TDM 850. Lançada em 1993, que utilizava motor de mesma tecnologia, por preço inferior.
                           
   
Gravando o nome Ténéré em nossas mentes.
                           
Sem que percebêssemos, todo esse bombardeio de imagens de sucesso quando as víamos nas ruas, na TV e nas revistas, fez com que o nome Ténéré ficasse gravado em nosso subconsciente e, sempre que o escutávamos, nosso coração imediatamente pulsava mais rápido, o que a transformou em sonho de consumo de quase todo motociclista amante das Trails.
Por causa da enorme simpatia por essa incrível máquina, contribuímos sem querer para difundir sua imagem em conversas e fóruns, transformando em unânime objeto do desejo, inclusive do pessoal mais novo, que ainda era muito jovem quando elas reinavam no auge do sucesso, tal qual acontece hoje com o Senna, que é ídolo de pessoas que não tinham idade para se interessar pelas corridas de F1 nas manhãs de domingo.
                           
   
A força do nome Ténéré
                           
Decorridos 15 anos desde a fabricação da última Ténéré, eis que somos surpreendidos pelo resgate do nome, com o lançamento da Xtz 250 Ténéré e a promessa da breve vinda para o Brasil das suas irmãs maiores, a Xt 660z Ténéré e a incrível Xtz 1200z Ténéré.
Como não poderia deixar de ser, imediatamente foram reativados em nossa memória todos os “arquivos” contendo informações sobre suas magníficas antecessoras, como se o nome Ténéré tivesse sido tatuado a fogo em nosso imaginário e em nossos corações.
Esses novos lançamentos farão com que o nome Ténéré continue vivo e forte no coração dos brasileiros, com a imagem de excelência dessas motos sendo repassada por essa nova geração de motociclistas às suas próximas gerações de filhos e netos, futuros motociclistas.
 
                           
Fonte: motonlinersul.orgfree.com  e http://www.itacuamotos.com.br/Mundo_Tenere_detalhes.asp?cadastroid=454#titulo
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