Fazer 150 - Yamaha

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Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 11:53 am



Fazer 150 - Yamaha

GERAL

 
ED
SED
Comprimento Total
2.015 mm
Altura do Assento
785 mm
Peso Seco
117 kg
119 kg
Distância Entre-eixo
1.330 mm
Motor
Refriferado a ar, 4 tempos, SOHC
Quantidade de Cilindros
1 cilindro inclinado para frente
Diâmetro x Curso
57,3 mm x 57,9 mm
Taxa de Compressão
9,56:1
Torque Máximo
1,28 kfg.m/5.550 rpm
Capacidade do Tanque
                      de Combustível (reserva)
15,2 litros (2 litros de reserva)
Sistema de Partida
Partida elétrica
Capacidade de òleo do Motor
1,25 litro
Sistema de iIgnição
TCI
Câmbio
5 velocidades, engrenagem constante
Pneu Dianteiro
2,75-18 M/C (42P)
Pneu Traseiro
100/80-18 M/C (59P)
Freio Dianteiro
Disco hidráulico de 254 mm
Freio Traseiro
Tambor mecânico de 130 mm de diâmetro interno
Curso da Suspensão Dianteira
120 mm
Curso da Suspensão Traseira
92 mm
Painel de Instrumentos
Painel digital - velocímetro, hodômetro total e parcial, indicador de marcha, marcador do nível de combustível
Cilindrada Real
149,3 cm³
Potência Máxima
12,2cv/7500 rpm
Cores
Preta e Vermelha
Azul, Laranja e Branca
Dispositivo para Transporte de Carga
Modelo especificado para transporte de carga.
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 12:22 pm

Nova Fazer 150 põe a Yamaha de volta na briga

Com design moderno e motor bicombustível, a primeira street de 150 cc da marca dos três diapasões custa R$ 7.890,00 em sua versão top de linha


Texto: Roberto Brandão Filho / Agência INFOMOTO | Foto: Doni Castilho / Agência INFOMOTO 27/11/2013
Fonte:http://revista.webmotors.com.br/motos/nova-fazer-150-poe-a-yamaha-de-volta-na-briga/1333467399133




A categoria das motocicletas street de até 150 cc – a mais popular no Brasil – há muito tempo tem uma líder incontestável de vendas. Nos últimos anos, nenhuma marca sequer chegou a ameaçar a primeira posição deste nicho. Mas, as fabricantes estão se movimentando para tentar diminuir a participação da Honda CG 150. E esse é o caso da Yamaha, principal concorrente da empresa líder. No começo de 2013, a marca lançou a YBR Factor 125 Segunda Geração com o intuito de mexer com o mercado e tentar arrecadar uma maior fatia do segmento. Porém, depois da reestilização de sua maior rival e das vendas tímidas do modelo de 125 cc, a marca dos três diapasões resolveu entrar de vez na briga e apresentou ao público um modelo completamente novo: a YS150 Fazer.
 
Pela frente, a Yamaha tem o mesmo desafio vivido pela empresa no começo dos anos 2000, quando lançou a primeira YBR 125 para disputar mercado com a Honda CG 125. Segundo a própria companhia, a meta é alcançar 30% do “share” do segmento com seu novo modelo de 150 cc, disponível em duas versões. A versão SED, top de linha e testada por nós, conta com grafismos e cores diferentes, além de cavalete central de série, piscas com máscara fumê, molas do duplo amortecedor traseiro na cor vermelha e capa do banco feita em material diferenciado. A Fazer 150 SED tem preço público sugerido de R$ 7.890, e está disponível nas cores laranja, branca e azul.
 
Há ainda a Fazer 150 ED que sai por R$ 7.390 somente nas cores preta e vermelha. A ED não chega a ser uma versão básica, pois traz também rodas de liga-leve, freio a disco e partida elétrica. As diferenças ficam por conta do cavalete central e detalhes do acabamento. 
 
Visual imponente
Quem pensa que a nova motocicleta da Yamaha é a nova Factor está enganado. A Fazer 150 é um modelo totalmente novo. Para conseguir chamar a atenção do consumidor e colocar a nova YS150 Fazer em destaque na categoria, os engenheiros da Yamaha tiveram uma grande preocupação com o design. Apesar de ser uma motocicleta de 150 cc, sua aparência é de moto maior, com um apelo à esportividade e agressividade, atraindo assim um público mais jovem. As largas aletas do tanque de combustível, o formato do farol dianteiro, a lanterna traseira bipartida, o escapamento e as molas do amortecedor na cor vermelha deixam a Fazer 150 com uma aparência imponente.
 
Realmente, a reação das pessoas na rua e dos frentistas nos postos de combustível mostrou que os designers acertaram. Os elogios à nova máquina da Yamaha vinham de todas as partes e, os mais ligados no mundo das duas rodas, até arriscavam dizer que “agora sim a Honda terá uma concorrente à altura”.
 
O painel de instrumentos também é digno de motos maiores. Com o conta-giros analógico na esquerda e uma tela de LCD na direita, todas as informações básicas estão presentes, além de um bem-vindo indicador de marcha engatada. A visualização é boa, mesmo a noite, quando a luz vermelha de fundo fica visível.
 
De coração e corpo renovados
Assim como todo o projeto da YS150, a Yamaha também produziu um novo propulsor para equipar o modelo. Trata-se de um motor SOHC (simples comando de válvula no cabeçote) monocilíndrico de 149,3 cm³, com arrefecimento a ar, equipado com injeção eletrônica. Além disso, a Fazer 150 recebeu a segunda geração do sistema bicombustível Blueflex da Yamaha.
 
Os números de potência declarados pela Yamaha não diferenciam o uso de combustível. Ou seja, segundo a empresa, a nova Fazer 150 produz 12,2 cavalos de potência a 7.500 rpm e torque máximo de 1,28 kgf.m aos 5.500 giros seja alimentado por etanol ou gasolina. O desempenho da Fazer 150 na ficha técnica não chega a impressionar: somente dois cavalos a mais que a Factor 125.
 
O tradicional conjunto de suspensões da nova Fazer 150 usa garfo dianteiro telescópico, que oferece 120 mm de curso. Na traseira, a balança conta com duplo amortecedor – reguláveis – e, também, 92 mm de curso. Apesar de simples, o conjunto é eficiente, mesmo para as ruas esburacadas da cidade de São Paulo.
 
Os pneus escolhidos para calçar a nova Fazer 150 trazem conforto e transmitem segurança ao condutor. Na dianteira, a medida do Metzeler Street de 18 polegadas é de 2,75-18. Segundo a Yamaha, o pneu traseiro 100/80 é o mais largo da categoria. Numa comparação nas ruas utilizando o “olhômetro”, realmente percebemos isso quando estacionada lado a lado com outras motocicletas do mesmo segmento.
 
A Fazer 150 traz freio dianteiro com disco simples de 254 mm de diâmetro e freio a tambor mecânico com 130 mm de diâmetro interno atrás, em ambas as suas versões, tanto na SED (testada por nós) quanto na ED. O trabalho do freio dianteiro é irrepreensível, com uma mordida eficaz e progressiva. Porém, o conjunto traseiro deixa a desejar. Além de não ser tão eficiente, a base do pedal do freio encosta na pedaleira, causando certo incômodo ao condutor. 
 
Dia-a-dia
Nos primeiros dias de nosso teste com a YS150 Fazer, utilizamos somente o etanol houve uma relativa dificuldade na partida do motor a frio. Ou seja, nas manhãs com temperaturas baixas, demoramos quase cinco minutos para poder sair de casa. Para esses casos, a fabricante recomenda sempre abastecer o tanque de combustível com pelo menos 20% de gasolina. Rodando somente no etanol, a nova YS150 Fazer teve um baixo consumo de combustível, fazendo exatos 29,1 km/l. Com gasolina, aferimos um consumo de 38,6 km/l.
 
A falta do botão “corta-corrente” nos comandos de punho incomodou um pouco. Além disso, o motor da nova Fazer 150 continua ligado mesmo quando o descanso lateral é aberto. Portanto, o único jeito de desligar a motocicleta é girando a chave para a posição “off”.
 
No meio ao tráfego intenso, ela é rápida, ágil e leve. O guidão curto permite que o condutor transite entre os carros sem problemas, tendo que “fugir” somente de alguns espelhos retrovisores de carros maiores, como os SUVs. A arrancada da motocicleta é boa, mas fomos deixados para trás por alguns scooteres nas saídas dos semáforos. O motor entrega a força de maneira bem linear e o bom torque em médios regimes permitiu rodar sem precisar de excessivas trocas de marcha. Aliás, a caixa de câmbio de cinco marchas tem engates precisos.
 
A Yamaha sempre se gabou do baixo nível de vibração da Factor 125 e, seguindo sua tradição, assim é também a nova 150 da marca. Graças ao sistema de balanceiro no motor e coxins de fixações no quadro, a vibração do motor, mesmo em velocidades mais altas, não chega a incomodar.
 
Pela moto ser baixa – 785 mm do solo – qualquer biótipo de piloto se sentirá bem ao comando da Fazer 150. Com uma postura relaxada, os braços chegam naturalmente ao guidão e os pés ficam bem plantados no chão. O banco tem espuma macia, mas não muito espessa. Isso significa que depois de algumas horas o piloto sentirá um leve incômodo, mas nada que prejudique a pilotagem.
 
Conclusão
Voltada para um uso urbano e também utilitário, a nova Yamaha YS150 Fazer é uma ótima opção para quem procura uma máquina com essas características. Econômica, confortável e muito ágil no trânsito, ela foi uma ótima companheira no dia-a-dia. Disponível nas cores azul, laranja e branca, a versão SED (testada por nós) da nova Yamaha já está disponível nas concessionárias da marca por um preço público sugerido de R$ 7.890. A Yamaha ainda oferece ao cliente o programa “revisão preço fixo”, no qual o consumidor saberá exatamente quanto irá gastar nas primeiras cinco revisões, até os 18.000 km. Ou seja, sem sustos no fim da conta.
 
Com o novo modelo, a Yamaha finalmente tem uma concorrente à altura da nova Honda CG 150 e a briga pelo mercado será bem acirrada. A escolha do consumidor terá muito a ver sua identificação com a marca e com o pós venda.  
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 12:27 pm

Garagem MOTO #4: Yamaha Fazer 150 e Honda CG 150 fazem duelo de pesos leves
22/10/2014 | Por: Alexandre Ciszewsk





Para quem busca um meio de transporte para se locomover na rotina diária com bastante agilidade, as motos street de baixa cilindrada são as opções mais indicadas. É exatamente o caso desta avaliação comparativa feita pelo CARPLACE MOTO: aproveitando a estada da Fazer 150 SED em nosso teste de 30 dias, convocamos a arquirrival CG 150 Titan EX, que acaba de ganhar freios combinados (CBS), para um novo capítulo da velha disputa Honda versus Yamaha – e logo num dos segmentos mais importantes do mercado duas rodas nacional.
A Honda CG 150 dispensa apresentações, visto que está presente no mercado brasileiro há uma década, enquanto que a nova Yamaha Fazer 150 completa um ano de vida em 2014. A principal novidade fica por conta da Honda, que traz o freio combinado e se torna a única da categoria a contar com o sistema. CG e Fazer são feitas para rodar tanto com gasolina quanto com etanol. Da proposta ao estilo, as motocicletas são bastante parecidas, inclusive no preço sugerido: R$ 7.990 para a Fazer 150 SED e R$ 8.180 para a CG 150 Titan EX CBS.

Começando pelo visual, a motocicleta da Yamaha apresenta design mais jovem, arrojado e agressivo, com um toque a mais de esportividade em relação à Honda que, mesmo tendo passado recentemente por uma reestilização, segue receita mais tradicional e conservadora. É possível notar a maior agressividade na Yamaha até mesmo olhando para o pneu traseiro mais largo, de medidas 100/80, contra 90/90 na Honda. Além disso, a lanterna dividida causa belo efeito visual na rabeta da Fazer.

A moto da Yamaha também ganha pontos com o painel de instrumentos mais completo: oferece conta-giros analógico e um visor digital com as demais informações, inclusive com indicador de marcha – itens que não aparecem no display completamente digital da CG 150 Titan EX. Durante a noite, porém, o painel azul da Honda ilumina um pouco melhor que o da rival, que possui tonalidade avermelhada.
Apesar de um pouco menos de torque e potência declarados, (1,28 kgfm a 5.550 rpm e 12,2 cv a 7.500 rpm contra 1,32 kgfm a 6.500 e 14,2 cv a 8.500 rpm), a pequena Fazer se mostra mais ágil na cidade, arrancando com mais rapidez que a CG 150. Isso porque a Yamaha tem melhor desempenho em baixas rotações, o que lhe valeu também a vitória na prova de consumo médio: 31 km/l contra 29 km/l da CG – as duas abastecidas com etanol.
A Honda dá o troco em altos giros. Por isso, na estrada a CG mostra mais serviço, tornando pequenas viagens mais confortáveis e com um pouco mais de “gás” nas ultrapassagens. A posição de pilotagem é muito semelhante, mas na Yamaha você “veste mais” a moto, ficando mais montado, sendo que na Honda a posição é mais sentada.

É bastante tranquilo rodar com a Yamaha Fazer 150, com sua proposta de deslocamento urbano, responde bem às imperfeições e transmite segurança no quesito freios (apesar da manete um tanto dura), já que ela vem equipada com disco hidráulico de 254 mm na roda dianteira e tambor de 130 mm de diâmetro na traseira. Mas a Honda vai além, proporcionando mais eficácia com o sistema de freios combinados (CBS). Com ele, até 30% do freio dianteiro passa a ser acionado quando a roda traseira é freada, aumentando a segurança principalmente para iniciantes ou desavisados.
Quem utiliza somente pedal do freio de trás (erroneamente) perceberá que, com o sistema CBS, a moto vai parar em menores distâncias, sem falar que aquela derrapada de traseira será mais rara, pois o freio dianteiro compensa de forma suave a freada traseira. O destaque desse sistema aparece quando acionamos plenamente o pedal, proporcionando 100% de atuação na traseira e 30% na dianteira, por conta da existência de três pistões atuando na pinça de freio da frente, sendo que um deles é acionado ao apertarmos o pedal do freio de trás.

Continuando com o conforto ao pilotar, as motocicletas são similares, mas a Titan é um pouco mais macia na buraqueira, inclusive no que diz respeito ao garupa. Para motociclistas de baixa estatura, ambos os modelos são recomendados, com leve vantagem para a Yamaha, que possui menor altura do assento, 785 mm contra 792 mm da rival. Os dois modelos contam com cavalete central, mas é no descanso lateral que a CG ganha pontos, com a presença de um “freio” de borracha no pezinho, facilitando na hora de estacionar a moto.
A Yamaha Fazer 150 também apresenta um pouco mais de vibração e ruídos em relação à concorrente, mas nada que incomode. Agora, um fato que pode incomodar muitos motociclistas está no manete: além de não possuir lampejador de farol alto e corta corrente (isso vale para ambas as motos), a CG conta com os botões de seta e buzina invertidos, causando desconforto tanto para o piloto como para quem recebeu uma bela buzinada sem motivo.

No fim das contas, o duelo peso leve entre a Yamaha Fazer 150 e a Honda CG 150 Titan EX CBS acaba ficando bastante equilibrado. Ambas as motos cumprem a proposta inicial de ser leve, ágil e versátil para o dia-a-dia. No fim, a escolha entre um ou outro modelo acaba residindo no gosto do cliente: a Fazer é mais estilosa, arranca mais rápido, tem painel mais completo e bebe menos; já a CG é mais confortável, anda melhor na estrada e tem freios mais seguros. E aí, o que você prioriza?

Por Alexandre Ciszewski
Fotos Mario Villaescusa
Agradecimento à BR Motorsport pelo empréstimo dos capacetes LS2 e equipamentos Race Tech
Ficha técnica – Yamaha YS Fazer 150
Motor: monocilíndrico, 149,3 cm³, injeção eletrônica, flex, refrigeração a ar, SOHC;Potência: 12,2cv a 7500 rpm; Torque: 1,28 kfgm a 5.550 rpm; Transmissão:  cinco velocidades, engrenagem constante, transmissão final por corrente; Suspensão: garfo telescópico  (120 mm de curso) e balança com dois amortecedores (92 mm de curso) na traseira; Freios: disco na dianteira (254 mm) e tambor mecânico (130 mm) na traseira;Pneus: 2,75-18 M/C (42P) na dianteira e 100/80-18 M/C (59P) na traseira; Peso: 119 kg;Capacidades: tanque 15,2 litros (2 litros de reserva); Dimensões: comprimento 2.015 mm, altura do assento 785 mm, entre eixos 1.330 mm
Ficha técnica – Honda CG 150 Titan EX CBS
Motor: monocilíndrico, 149,2 cm³, injeção eletrônica, flex, refrigeração a ar, OHC;Potência: 14,2/14,3 cv a 8500 rpm; Torque: 1,32/1,45) kgfm a 6.500 rpm; Transmissão:  cinco velocidades, embreagem multidisco em banho de óleo; Suspensão: garfo telescópico (135 mm de curso) na dianteira e dois amortecedores (106 mm de curso) na traseira; Freios: disco na dianteira (240 mm) e tambor na traseira (130 mm); Pneus: 80/100-18M/C 47P na dianteira e 90/90 -18M/C REINF 57P na traseira; Peso: 117 kg; Capacidades: tanque 16,1 litros (3,1 litros litros de reserva); Dimensões: comprimento 1.996 mm, largura 739 mm, 1.086 mm, altura do assento 792 mm, entre eixos 1.315 mm

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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 12:29 pm

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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 12:30 pm

Mais uma reportagem, mas esta tem que ser lida na fonte:


http://www.revistadamoto.com.br/honda-cg-150-titan-vs-yamaha-ys-150-fazer/
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 12:34 pm

Garagem MOTO #2: semana da Fazer 150 tem cidade e esticada na estrada
26/09/2014 | Por: Alexandre Ciszewski

Após quase uma semana rodando com a Yamaha Fazer 150 pelas ruas da Grande São Paulo (seguindo sua proposta de uso urbano), resolvemos exigir um pouco mais da “laranjinha” e pegar a estrada para aumentar a rodagem da nova Yamaha aqui no Garagem MOTO. Afinal, mesmo quem tem uma moto urbana às vezes precisa encarar umas viagens, e a gente queria saber como ela se sairia nesta condição.
Como a “nossa” Fazer veio da fábrica abastecida com etanol (ela usa a tecnologia BlueFlex da Yamaha), decidimos manter esse combustível para a primeira medição de consumo. Na hora de encher o tanque, o frentista ficou curioso para saber se o modelo era apenas uma 150 cc, uma vez que o design esportivo dela sugere cilindrada maior. Já o motorista que abastecia o carro na bomba ao lado quis saber mais sobre consumo. “Ela é econômica como falam?”. Teríamos a resposta em breve…
Com o tanque cheio, hora de pegar a estrada. Esse primeiro roteiro de viagem foi simples e curto, sentido interior de São Paulo: Rodovia dos Bandeirantes e Rodovia Anhanguera (com limites de 120 e 110 km/h, respectivamente), até a cidade de Vinhedo, na região de Campinas. O percurso totalizou 160 km, contando ida e volta, e foi realizado em aproximadamente duas horas (uma para ir, outra para voltar).
O motor se comporta bem na estrada, apesar de estar sempre com os giros elevados. Mas nas subidas e aclives das rodovias não tem jeito: ela perde o pique e exige paciência. Além disso, uma sexta marcha viria bem a calhar na Fazer 150, para que ela não gritasse tanto nesta condição de viagem. Outra coisa que senti falta, seja no uso urbano, seja na estrada, foi de um relógio no painel de instrumentos.
A aceleração e a retomada da pequena Yamaha são satisfatórias levando-se em conta o motor de 150 cc. Com uma relação de marchas bem curtas, chega-se à quinta com rapidez e em boa velocidade, sem precisar forçar muito o motor. Os freios, com disco na dianteira e tambor na traseira, transmitem segurança e cumprem seu papel quando são exigidos. Durante o percurso de ida ainda era dia, mas durante a volta o sol foi embora e nos deu oportunidade de testar os faróis. Resultado: o conjunto óptico da Fazer ilumina bem na estrada, mas poderia existir o botão de lampejo do farol alto.
Se no trânsito diário a “Yamahinha” é leve e ágil, na estrada essa leveza compromete um pouco, visto que a moto chega a balançar com o deslocamento de ar provocado por ônibus e caminhões, e com o vento, gerando certa instabilidade. A velocidade final, como esperado, também é limitada para uso rodoviário, pois trata-se de uma motocicleta com apenas e 12,2 cv de potência. Da mesma forma, o banco que agradou na cidade passou a incomodar na estrada, exigindo aquelas ajeitadas no traseiro para minimizar o desconforto.
No fim, dá para dizer que a Yamaha 150 não decepciona numa viagem curta, e tem ainda o benefício do baixo consumo: registramos média de 32,9 km/l com etanol durante o percurso. Mas se a ideia for pegar estrada mais vezes, melhor juntar um pouco mais de grana e partir para uma moto 250 ou 300 cc. A pequena Fazer nasceu para a cidade.
Texto e fotos: Alexandre Ciszewski
Fonte: http://carplace.uol.com.br/garagem-moto-2-semana-yamaha-fazer-150-tem-cidade-e-esticada-na-estrada/
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 12:45 pm

fonte: http://motoboymagazine.com.br/pequenas-grandes-motos/

Elas são pequenas em cilindrada, mas grande em economia, agilidade e durabilidade. Quem vencerá esse acirrado comparativo?

Texto: Laner Azevedo e André Ramos
Fotos: Gustavo Epifanio

Já se foi o tempo em que as motos utilitárias eram pobres, pequenas e de acabamento simples e despojado. Prova disso são a Honda CG 150 Titan EX e a Yamaha YS 150 Fazer SED, que nesta edição da Motoboy Magazine, se enfrentaram. Elas encantam pelo visual moderno e arrojado sem perder as principais características que tanto buscamos: a resistência, economia e agilidade na condução. Quem ganha com isso? Nós consumidores, que por outro lado agora temos o dilema: qual delas comprar?
De cara, não é o preço o fator que determina a compra, já que elas custam praticamente a mesma coisa. Modelo top de linha, a CG 150 Titan EX, chega ao consumidor por R$ 7.830,00. Já aYamaha, cobra R$ 7.850,00 pela Fazer YS 150 SED, valores que, convenhamos, não são lá dos mais atraentes…
Para quem usa uma motocicleta como meio de transporte ou profissionalmente, a forma com que seu motor se comporta é também um fator que se deve levar em consideração no momento de sua aquisição, já que ele é o responsável direto não só pelo consumo, mas também pelo desempenho. O motor da CG é atual e se destaca por vibrar pouco e ter níveis de ruídos bastante baixos, tudo isso graças ao fato de ser todo roletado, inclusive nos balancins junto ao comando de válvulas. Na prática, esse refinamento mecânico pode ser sentido na suavidade com que a CG é capaz de rodar, inclusive a 100 km/h em uma rodovia, de maneira muito mais suave que os motores de 125 cm3 da década passada.
O motor da Fazer 150 também agrada neste quesito, vibra pouco e é silencioso, porém perde  em relação aos ruídos mecânicos – aqueles pequenos “tictacs” estão presentes com o motor em funcionamento. Nada que chegue a de fato incomodar.
Outra pequena desvantagem do monocilíndrico da Yamaha em relação ao da Honda, está no arrefecimento, que em ambas é a ar. Na Fazer 150, ele conta com uma pequena alerta que direciona o ar para a vela de ignição, já na Honda, o sistema é mais funcional, já que antes de o ar chegar à vela através de um canal, ele passa pelo meio do cabeçote ajudando a dissipar seu calor.
Ao acelerar a dupla, nota-se que elas têm comportamentos diferentes, o que de certa forma acaba incidindo diretamente no bolso. Isso porque a Fazer 150 tem mais força em baixas rotações, fazendo conseqüentemente que seu motor gire menos que o da adversária, atingindo mais cedo o limitador. Ele perde em desempenho em alta rotação, mas ganha em consumo. Em nossa avaliação, a Fazer 150 alcançou a média de 43,8 km/l rodando na gasolina, e 31,9 km/l no etanol. A CG 150, por sua vez, acelera e retoma melhor, mas perde na bomba de combustível. O modelo fez 41,0 km/l quando abastecida com gasolina, e 29,4 km/l com etanol.
Mesmo tendo um tanque com menor capacidade (15,2 litros contra 16,1 da CG), a autonomia da Fazer 150 é maior. Ela percorreu aproximadamente 665 km quando abastecida com gasolina e 484 km com etanol, enquanto que a Honda percorreu com gasolina, a distância de 660 km e 473km com etanol.
Apesar de importante, não é só de motor que uma boa moto é feita. E tanto a CG quanto a Fazer mais uma vez provaram ser motos bem projetadas. Elas se mostraram confortáveis, o que é uma característica muito bem-vinda, principalmente para quem passa mais várias horas ao guidão de uma moto. E por falar em guidão, tanto a Honda quanto a Yamaha, dotaram suas utilitárias de guidões altos, permitindo um posicionamento bastante relaxado que custa a cansar o piloto. Na Fazer 150 ele parece estar mais bem posicionado, já que os braços ficam ligeiramente menos esticados.

Os pés também ficam adequadamente repousados nas pedaleiras, que não pecam por ficarem nem muito altas, nem muito recuadas. Neste quesito, mais uma vez, a vantagem é da Yamaha, pois o encaixe das pernas junto ao tanque se mostrou mais ergonômico. A Honda ganha no funcionamento mais suave e eficiente dos amortecedores, que têm maior curso em relação à Yamaha (135 mm na frente e 106 mm atrás, contra 120 mm e 92 mm respectivamente), e no desenho de seu banco, que apresenta espuma com densidade que minimiza as dores após longos períodos de pilotagem. O traseiro agradece!

Mas há mais quesitos que não podem ser esquecidos quando se pretende comprar uma utilitária e freios é um deles, já que em uma fechada repentina ou qualquer outra situação de emergência, frear em curtos espaços pode livrá-lo de um acidente. Quem ganha aqui é a CG 150, mas por muito pouco. Nas frenagens a 60 km/h, o modelo da Honda precisou de 15,2 metros para chegar à imobilidade; já no caso da Yamaha a distância foi de 16,0 metros. Ponto a favor da segurança!
E já que o assunto é segurança, vale dizer que tanto a Honda CG 150 Titan quanto a Yamaha Fazer 150 são motocicletas bastante ágeis e rápidas nas mudanças de trajetória, características praticamente obrigatórias em motos de uso predominantemente urbano e largamente utilizadas como “ferramentas de trabalho”. Como já citado, o modelo da Honda conta com suspensões mais eficientes, dando a ela uma vantagem discreta sobre a Yamaha.

Lembra-se quando dissemos que já se foi o tempo que as motos utilitárias tinham acabamento simples e despojado? Pois bem, realmente os tempos são outros. Tanto a CG 150 Titan quanto YS Fazer 150 impressionam pelo acabamento geral, desde a qualidade da pintura ao encaixe das peças plásticas… tão boas quanto as de motos de grande cilindrada e bem mais caras.
Ainda que não haja nada que pese contra a Honda, a Yamaha leva vantagem aqui. Isso porque o maior capricho da Yamaha é evidente, seja no charme das molas traseiras na cor vermelha, ou na pintura perolizada em todas as três versões, a branca, azul e a laranja. Na Honda, as opções de cores são branco, vermelho e o preto.



No que se refere aos equipamentos, elas novamente se equivalem, tanto pelo lado positivo quanto pelo lado negativo. O positivo fica por conta dos painéis, bonitos e eficientes em ambas. Todos os dois são dotados de marcador do nível de combustível, hodômetro total e dois hodômetros parciais, muito úteis no controle do consumo. Na CG, ele é bonito, totalmente digital e tem a mais que a adversária, um relógio, que para quem faz uso profissional da moto, é uma ferramenta para lá de bem-vinda. A Fazer não dispõe de relógio, mas é equipada com um elegante conta-giros analógico de fundo branco e indicador de marchas, disposto junto com as outras informações em um display digital de fundo alaranjado. No geral, gostamos mais da Yamaha, cujo painel não só é mais bonito, como mais legível.
 
 O negativo, em todas as duas, fica por conta dos punhos de luz, que não são dotados de lampejador de farol alto nem de corta ignição. Curiosamente, a Honda ainda leva desvantagem por ter investido em um punho totalmente novo, mas nada eficiente e totalmente fora do padrão utilizado na maioria das motos produzidas em todo planeta. Inverter a buzina com o botão dos piscas foi uma má ideia, dona Honda!




Por fim, chegamos à estética. Entre nós – e também todas as pessoas que nos abordaram durante o teste para perguntar sobre as motos e elogiá-las –, a preferência pela Yamaha foi unânime. Ela não só tem linhas mais arrojadas como um maior apelo esportivo, presente principalmente na forma do tanque e de suas abas, bem como na traseira com lanterna dupla. Quando ao lado da adversária, a Fazer parece ser bem mais atual.
Tanto por este motivo quanto pelo fato de ser uma motocicleta resistente ágil e mais econômica e confortável que sua adversária (características mais desejadas por quem usa a moto para trabalho), a Yamaha YS 150 Fazer vence este comparativo… mesmo que por uma diferença mínima. No entanto, a verdade deve ser dita: CG 150 Titan e Fazer 150 cumprem o que prometem, e seja qual delas você optar por comprar, certamente estará adquirindo uma pequena grande moto.

Yamaha YS Fazer 150 SED
Consumo:
Média gasolina – 43,8 km/l
Média etanol – 31,9 km/l

Autonomia:
Média gasolina – 665 km
Média etanol – 484 km

Aceleração:
0-40 km/h -Gas 2s95/Eta2s94
0-60 Km/h – Gas 5s68/Eta 5s50
0-80 Km/h – Gas 11s19/Eta 11s00

Frenagens:
60 a 0 km/h – 16,0 metros
80 a 0 km/h – 25,9 metros

Honda CG 150 Titan EX
Consumo:
Média gasolina – 41,0 km/l
Média etanol – 29,4 km/l

Autonomia:
Média gasolina – 660 km
Média etanol – 473 km

Aceleração:
0-40 km/h – Gas 3s01/Eta 2s97
0-60 Km/h – Gas 5s95/Eta 5s90
0-80 Km/h – Gas 12s09/Eta 11s90

Frenagens:
60 a 0 km/h – 15,2 metros
80 a 0 km/h – 27,9 metros

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Revisão Preço Fixo - Yamaha - Fazer 150

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 1:05 pm


1* Revisão: 1000km: 58 R$
2* Revisão: 5000km: 25 R$
3* Revisão: 10000km: 216 R$
4* Revisão: 15000km: 207 R$
................................ 

Os preços acima são da tabela de revisão na concessionária da Fazer 150. 

Lembrando que foi aconselhado pela concessionária uma troca de óleo (Yamalube) entre cada revisão, ou seja, o óleo será trocado efetivamente a cada 2500 km rodados. 

Há muita discussão sobre o tempo ideal para troca do óleo em motos, especialmente estas na faixa 125-150 cilindradas que trabalham em alta rotação quase todo tempo. Alguns defendem a troca a cada 1000, outros 2000, etc. Há aqueles que seguem a risca o MANUAL, que no caso da Fazer 150, pede troca a cada 5000km completando o óleo no caso de consumo. 

O mais importante é não faltar óleo no motor, completando se necessário e fazendo as trocas usando um com especificação igual ou superior ao indicado no manual. Lógico, respeitar o tempo máximo para se rodar com o mesmo óleo, no caso da Fazer 150 - 5000km)


Última edição por rubens caruso em Ter Jan 26, 2016 3:03 am, editado 1 vez(es)
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Dez 23, 2015 2:14 pm

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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qui Dez 24, 2015 12:18 pm

Peguei a minha hoje, ainda não coloquei para ralar na estrada mas as primeiras impressões foram muito positivas! Conforme for rodando vou colocando alguns pareceres aqui em baixo. 

Não ia fazer seguro, mas ao pesquisar assistência 24 horas (guincho) ficaria uns 390 R$ ao ano com somente dois usos possíveis. Resolvi cotar o seguro da Porto sabendo que eles já oferecem a assistência, surpresa!! O valor até que ficou convidativo e acabei fechando:

Seguro: 720 R$ - Porto Seguro

----- 210km rodados -----
Comprei minha fazer em São Paulo e peguei minha primeira estrada para trazê-la para casa (ibiuna), lembrando que peguei ela zero então estou ainda na fase de amaciamento do motor. 

Nesta primeira fase do amaciamento,  0-150km o Manual pede para não passar dos 5000rpm o que efetivamente dá para manter 60-70km/h. Viajei sozinho então foi uma surpresa o rendimento da motinho mesmo em subidas longas... Aprovada com louvor! 

Na segunda fase do amaciamento, 150-500 o manual pede para não passar dos 6000rpm o que mantém 70-80km/h... Tive que ir até Cotia com a esposa e fomos de moto para ver como se comportava com garupa, outra grande surpresa, mesmo não forçando motor ele enfrentou bem as subidas e somente em algumas tive que reduzir para terceira marcha.

Na terceira e última fase do amaciamento, 500 - 1000km o manual pede para não passar dos 7000rpm... 90-100km/h. Já peguei algumas horas de estrada, moto atualmente com 900km... E mantendo fácil entre 80-100. Lógico que com garupa e dependendo da subida, acaba caindo mais a velocidade, mas ainda sim melhor do que esperava. Assim q alcançar 1000km já posso forçar o motor até  7500rpm onde este mostrará o máximo de performance possível ... Vamos ver né  Twisted Evil


Última edição por rubens caruso em Seg Jan 04, 2016 5:39 pm, editado 4 vez(es)
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Dom Dez 27, 2015 2:23 pm

Preferi pegar o modelo 2015 já que houve mudanças na 2016 que não me agradaram... Especialmente a posição de pilotagem que sofreu ajuste ficando mais esportiva. 

Mudanças na 2016:

Recuo dos pedais anteriormente presos no motor e agora presas em suporte fixo no chassi,  guidão mais baixo e ligeiramente mais à frente. Posição de pilotagem mais esportiva (inclinada). 

[size=49]O painel vem com fundo preto no conta giros, sendo que o anterior era na cor branca, e traz novas informações como relógio digital, fuel trip, lampejador de farol alto e indicador ECO, que acende quando o motor trabalha na faixa de rotação de maior eficiência, indicando uma pilotagem mais econômica.[/size]


Acabamentos em Preto: motor, garfos dianteiros, alças do garupa e pinça. 

Novo modelo de protetor de mesa (pode ser colocado nos modelos anteriores). 

Novo protetor de pé, contrapesos guidão, espelhos e acabamento banco.  

Novas cores ( branco, preto, azul e vermelho magenta) e grafismo.
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Seg Dez 28, 2015 10:52 am

Acabei de instalar :

 

Suporte bagageiro, marca Roncan... Chapa: 115.00 R$
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Seg Dez 28, 2015 2:07 pm

Veja 10 prós e contras da moto flex

Fonte: http://g1.globo.com/carros/dicas-de-motos/noticia/2013/09/veja-10-pros-e-contras-da-moto-flex.html

Tecnologia ainda não está na maioria dos modelos, mas só tende a crescer.
Flex são mais modernas, diz colunista; mas motor com etanol 'bebe' mais.



Yamaha Fazer 150 (esq) e Honda CG 150 são lançamentos flex (Foto: Divulgação/Raul Zito/G1)
Com as pequenas motos de 150 cilindradas se modernizando através das recém-lançadas Honda CG e Yamaha Fazer, ambas com motor bicombustível, uma pergunta paira no ar: quais as reais vantagens da moto flex?
Já consagrada nos carros brasileiros, a tecnologia ainda não está na maioria dos modelos de motos, mas abrange esta enorme fatia das 150 cc e só tende a crescer. Veja abaixo 10 itens a considerar se estiver pensando em comprar uma.
Mande dúvidas sobre motos no espaço de comentários; as selecionadas serão respondidas em colunas futuras.
1) Etanol é sempre é mais barato?
 
 
Preço do etanol sofre influência de entressafra e
localização (Foto: Josinaldo Rodrigues/EPTV)

O preço do etanol é influenciado pela entressafra da cana-de-açúcar e também pela localização geográfica de zona de plantio e das usinas. Na Região Sudeste, próxima dos maiores centros produtores, o preço costuma ser menor do que em localidades mais distantes.
No posto, o litro do etanol geralmente custará menos que o da gasolina. Porém, assim como para os carros flex, para saber qual combustível é mais vantajoso, é necessário fazer uma continha básica: multiplicar o preço do litro da gasolina por 0,7. O resultado da conta será o valor máximo que deve ser pago pelo litro do etanol.
 
2) Motor 'bebe' mais com etanol
 
 
Por que multiplicar o preço do litro da gasolina por 0,7? É que o álcool tem cerca de 70% do poder calorífico (de queima) da gasolina; ou seja, o poder do etanol é 30% menor que o de sua “rival”.
saiba mais

É por isso que qualquer motor abastecido com etanol consome mais para percorrer uma mesma distância do que se alimentado com gasolina. Rodando com um mesmo condutor, a mesma moto, em um percurso igual, proporciona menos quilometragem por litro com etanol.
 
3) Viagem? Gasolina pode economizar tempo
 
 

Não existe milagre: ao optar pelo etanol, seu tanque "secará" mais cedo do que se estivesse com gasolina. Sendo assim, além do preço, é necessário considerar também a situação de uso da moto.
Em caso de viagens mais longas, talvez seja preferível optar pela gasolina, para diminuir o número de paradas de reabastecimento -que são sempre mais demoradas para motos-, mesmo que o custo financeiro seja ligeiramente maior. Parando menos, em vez de economizar dinheiro, economiza-se tempo. Caberá a você escolher.
 
4) Não vai deixar a moto esfriar? OK para etanol
 
 

Se o plano for de percorrer longos trajetos, mesmo com clima frio, sem muitas paradas, a temperatura do motor estabilizada e mantida por maior tempo oferecerá a economia que o etanol proporciona, se ele estiver com preço bom.
Se a moto for usada para trajetos curtos e entremeados por paradas de mais de 1 hora, a cada vez que for ligado, o motor vai demorar mais para chegar à temperatura de exercício correta. Com etanol, isso acarretará maior consumo.
 
5) Com etanol, potência é maior?
 
 
Está aí outra diferença entre carros e motos. Enquanto nos carros muitas marcas anunciam que os motores, quando abastecidos com etanol, oferecem maior potência, a análise das fichas técnicas divulgadas pelos fabricantes das motos flex indica que não há vantagem predominante de um ou outro combustível.
 
6) Na moto flex,
misturar é obrigatório
 
 

Nem Honda nem Yamaha recomendam usar apenas um único combustível no tanque. Pelo fato de não haver, como nos carros, tanquinho de sistema de partida a frio ou equivalente auxiliar de partida, nas motos a recomendação é que, em caso de optar pelo etanol, ele seja misturado a uma parcela de gasolina na proporção indicada no manual do proprietário.
Tal regra deve ser especialmente seguida em regiões de clima mais frio ou no inverno. Se houver apenas etanol no tanque, a partida será mais difícil e o tempo para alcançar a temperatura de exercício ideal do motor, maior. Aliás, se estiver frio, a moto simplesmente não vai deixar você partir, seja por conta de dispositivos eletrônicos, que impedirão rodar enquanto a temperatura do motor não estiver correta, ou pelos “engasgos” que o coitado do bloco geladão vai dar...
Respeitando o que diz o manual, é importante lembrar que usar preferencialmente um ou outro combustível não acarretará grandes diferenças em termos de durabilidade ou desempenho do motor da moto.
7) Toda moto flex é mais moderna
 
 
Não existe moto bicombustível que não seja dotada da mais atual injeção eletrônica. Ou seja, nada de carburador. Isso é bom ou ruim? Apesar dos mais conservadores não enxergarem grande mérito na injeção em motos ditas utilitárias, uma coisa é certa: trata-se de um sistema que consegue se adaptar de maneira mais uniforme a diferentes qualidades de combustível, algo infelizmente corriqueiro no Brasil.
Por isso mesmo é que, só com injeção, as motos flex podem existir. Um carburador funciona muito bem, é fácil em termos de manutenção, barato e etc, mas, ao envelhecer, perde sua eficácia e exige regulagens cada vez mais constantes. E nunca, nunca mesmo, será capaz de oferecer um funcionamento tão regular a um motor quanto os mais modernos sistemas de injeção eletrônica.
Cool Risco da gasolina 'batizada'
 
 
Em tempos de combustível "batizado", tanto faz a gasolina ou o etanol? Nem é bem assim, pois, no caso da gasolina, o tal “batismo”, a adição de líquidos para adulteração do combustível e consequente lucro criminoso, se dá com solventes e porcarias químicas. No caso do etanol, o “batismo” é mais raro, mas existe, feito com a mais inofensiva água, que causa menores danos ao motor de uma moto do que as “melecas” adicionadas na gasolina.
 
9) Etanol enferruja o tanque?
 
 
O etanol é um líquido que ataca o metal agressivamente, mas a tecnologia usada nas motos e carros já avançou e, assim, não há o que temer. Sua moto flex não sofrerá maior oxidação do tanque ou escapamento e nem terá dutos do sistema de alimentação mais prejudicados pelo uso do álcool.
 
10)  Gasolina é vilã para o meio-ambiente?
 
 
 
O tema é controverso, mas, em princípio, a natureza "agradece" quando motores a combustão interna queimam etanol no lugar de gasolina. Evidentemente, motores bem regulados, usando gasolina, podem ser menos nocivos ao meio ambiente do que um motor mal ajustado abastecido com álcool.
A conclusão é que moto flex, disponível no Brasil e em outros poucos países do planeta, oferece uma inegável vantagem: a possibilidade de escolher o combustível. O importante é saber quando gasolina ou etanol será mais vantajoso, considerando as questões acima.
Como ocorre na indústria automobilística, onde praticamente 100% dos carros mais vendidos no Brasil são flex, a tendência nas motos também é essa: mais e mais modelos incorporarão tal tecnologia, por ora exclusiva dos motores 150 cc e 250 cc.


Roberto Agresti escreve sobre motocicletas há três décadas. Nesta coluna no G1, compartilha dicas sobre pilotagem, segurança e as tendências do universo das duas rodas.
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Seg Dez 28, 2015 2:56 pm

Testamos a nova Fazer 150, a grande aposta da Yamaha dos últimos tempos

Fonte: http://blogs.portalnoar.com/motoblognatal/testamos-a-nova-fazer-150-a-grande-aposta-da-yamaha-dos-ultimos-tempos/

Em 17 de outubro de 2013 às 17:42 por Daniel Medeiros
Atualizado em 25 de dezembro às 11:25





Durante décadas, os modelos de 125 cc dominaram com folga as vendas de motocicletas no Brasil. Com o crescimento da economia e o gradativo aumento da renda do brasileiro, eis que o público alvo das motos de baixa cilindrada passou a ficar mais exigente e a querer motos mais modernas e potentes. A partir de 2011, o número de vendas de motos 150 cc passou a crescer cada vez mais, até que no início de 2013 um modelo 150cc passou a ser a moto mais vendida do país. De olho nesse novo e promissor nicho de mercado, a Yamaha lançou a Fazer 150, uma moto totalmente nova e desenvolvida no Japão diretamente para o mercado brasileiro.
Tive a oportunidade de rodar alguns quilômetros com a nova Fazer 150 ED, cedida pela concessionária Apoio Motos. No primeiro contato com pequena Fazer, o Design moderno e esportivo chamou minha atenção, as linhas são angulosas e marcantes dando a sensação de se tratar de uma moto de maior cilindrada. O farol com design esportivo é muito bonito e harmoniza bem com as abas laterais do tanque de combustível. Na traseira destaque para a rabeta “arrebitada” e para a lanterna bi-partida. O acabamento é excelente, com materiais de boa qualidade e encaixes bem feitos entre as peças, apenas a alça e as pedaleiras para o garupa deixam a desejar. As rodas de liga leve de cinco raios (de série na Fazer 150) completam o visual esportivo.
Após alguns minutos admirando o visual da nova Yamaha 150, vesti o equipamento e partimos para encarar as ruas e avenidas de Natal. Logo de cara percebemos o quanto é confortável a posição de pilotagem, o guidão alto e o banco macio deixam o piloto com braços e pernas relaxados. Além disso, a altura do assento em relação ao solo, de apenas 785 mm, facilita a vida de pilotos mais baixos.   As suspensões, telescópica na dianteira (120 mm) e duploamortecida na traseira (92 mm), são um pouco mais firmes que as da Factor, o que torna a Fazer mais ágil nas mudanças de trajetória, uma vantagem na hora manobrar entre os carros.
O inédito motor 150cc é um monocilíndrico, OHC, 2 válvulas, refrigerado a ar e alimentado por injeção eletrônica. Segundo a Yamaha ele é capaz de gerar 12,2 cv de potência a 7.500 rpm e 1,28 kgf.m de torque a 5.500 rpm. A nova Fazer 150 anda bem, mas sentí o motor um pouco preguiçoso, apesar da diferença para a Factor 125 ser notável. Não sei se gerei uma expectativa muito grande antes de testá-la mas o fato é que esperava um pouco mais. O ponto forte desse novo motor são as retomadas de velocidade. Em 3ª marcha, a 70 km/h, soltei o acelerador até que a velocidade diminuisse para 40 km/h e então acelerei novamente, em poucos segundos a Fazer já estava a 70 km/h novamente. Em baixa rotação o o motor vibra pouco, porém em alta sentí uma certa aspereza. De uma forma geral o desempenho da nova Fazer 150 foi bastante satisfatório.
Um dos pontos em que percebí uma grande melhora em relação à Factor 125 foi o câmbio de cinco velocidades. A troca de marchas é mais fácil na Fazer, o pedal é mais leve e os engates são mais macios e precisos, algo importantíssimo no anda e para das cidades. E por falar em “anda e para”, os freios também são muito bons. Tanto na versão ED, a que testamos, quanto na SED o freio dianteiro é a disco (245 mm) com cáliper de pistão simples, já o freio traseiro é a tambor (130 mm). As frenagens são seguras e a moto para sem maiores esforços, mesmo assim, ainda acho que a Yamaha deveria ter colocado uma pinça de pistão duplo na dianteira.
Na ciclística a Fazer 150 também mostra-se superior à factor 125. Ela tem boa estabilidade tanto nas curvas de alta quanto nas de baixa velocidade. O novo chassi Diamond tubular tem um bom nível de rigidez e a moto torce pouco, além disso os pneus Metzeler ME Street sem câmara são excelentes e proporcionam um ótimo grip no asfalto ou calçamento. O pneu traseiro mais largo (100/80), ao meu ver, ajuda mais na estética que na aderência no caso de uma 150, mas, de certa forma, transmite mais segurança ao piloto.
Se no quesito desempenho a Fazer 150 não me impressionou tanto, no quesito economia ela deu um show. Em um trajeto misto entre avenidas e ruas estreitas, com uma boa variação de velocidade, de acordo com nossas medições, a Fazer fez uma média de 40 km/l rodando com gasolina. Com essa média de consumo e um tanque com capacidade para 15,2 litros, a Fazer tem uma autonomia média de 608 km, ou seja, dá pra ir e voltar de Mossoró sem abastecer.  Não a testamos com Etanol (Sim! a Fazer 150 também é Flex), mas o consumo aumenta em cerca de 20%.
Com relação aos equipamentos destaque para o painel. Ele é bem completo e conta com conta-giros analógico e display digital com velocímetro, marcador de combustível, hodômetro total, hodômetro parcial e um útil indicador de marcha. Particularmente achei o painel muito bonito e de fácil visualização. Nesta versão ED, a Fazer 150 possui apenas cavalete lateral, na versão SED ela possui cavalete central e algumas diferenças estéticas como os piscas com lentes cristal e as molas da suspensão traseira na cor vermelha.
Conclusão
A Yamaha fez direitinho o “dever de casa”, produziu uma moto de qualidade capaz de brigar de igual para igual com a Honda Titan 150. A marca dos diapasões declara o objetivo de conquistar 25% do mercado brasileiro de 150 cc. Pelo jeito, a guerra será dura e quem ganhará com isso será o consumidor.
Por Daniel Medeiros
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Médias de consumo - Fazer 150

Mensagem por rubens caruso em Seg Jan 04, 2016 5:45 pm

Moto com 0 km
1° Média Consumo -  45.8 km/l (50-80km/h)
Moto com 350 km
2° Média Consumo -  44.149 km/l (80-100 km/h) 
Moto com 700 km
3° Média Consumo -  42.386 km/l (90-103 km/h)
4° Média Consumo -  37.132 km/l (95-108 km/h)
5° Média Consumo -  43.755 km/l (80-105 km/h)
Moto com 1500 km
6° Média Consumo -  43.928 km/l (75-105 km/h)
7° Média Consumo -  37.421 km/l (90-110 km/h)
8° Média Consumo -  36.9      km/l (90-118 km/h)
Moto com 2800 km
9° Média Consumo -   41.789 km/l (80-110 km/h) 
10° Média Consumo - 33.636 km/l (90-110 km/h)
Moto com 3500 km
11° Média Consumo - 38.446 km/l (80-110 km/h)
12° Média Consumo - 44 km/l (80-108 km/h)
13° Média Consumo - 38 km/l (90-110 km/h) 
Moto com 4500 km
14° Média Consumo - 34.072 km/l (90-115 km/h)
15° Média Consumo -  34 km/l (90 - 115 km/h) 
16° Média Consumo - 40.23 km/l (80-110 km/h)
17° Média Consumo - 33 km/l (90-115 km/h) 
18° Média Consumo - 46.38 km/l (80-105 km/h)
19° Média Consumo - 39.843 km/l (90-105 km/h)
Moto com 6500 km
20° Média - 38.542 km/l (90-115) com bolha
21° Média - 39.666 km/l (80-110) com bolha
22° Média - 48.27 km/l (85-100) com bolha
23° Média - 40.133 km/l (90-110) com bolha


Última edição por rubens caruso em Sex Fev 19, 2016 9:52 am, editado 25 vez(es)
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qui Jan 07, 2016 4:22 pm



Alongador de guidão, ©22 mm - M8 Base alta ... Marca: Dominium. Valor : 65 R$

Estava sentindo um pouco as costas devido ao guidão um pouco baixo. Problema resolvido com este Alongador,  subiu guidão dois centímetros... Foi necessário apenas pintar já que vinha prateado.
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Fazer 150 - preparação motor

Mensagem por rubens caruso em Qua Jan 27, 2016 5:06 pm

Não sou fã de alteração no motor,  nunca fiz mas muita gente opta por melhorar a performance mesmo em detrimento a durabilidade do mesmo. 

A fazer 150 ainda é relativamente recente no mercado, então temos pouquíssimas alterações e preparações para seu motor. Achei esta oficina especializada em kits e comandos preparados, GIRO FORTE, inclusive com comando preparado para Fazer 150. Conheço apenas de nome, não sei quanto a qualidade do serviço :


http://girofortecomandos.blogspot.com.br/2015/07/comandos-preparados-pra-150-e-crosser-e.html?m=1
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Peças originais - preço

Mensagem por rubens caruso em Sex Jan 29, 2016 4:38 pm

Para quem procura ou tem curiosidade sobre o preço das peças originais Yamaha para a Fazer 150:

http://www.bibbos.com.br/fazer-150/g/568/
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Fazer 150 - Peças Paralelas

Mensagem por rubens caruso em Sex Jan 29, 2016 5:01 pm

Fala pessoal!  Esta semana teve um conhecido de outro fórum que estava que nem louco procurando uma opção mais barata para a roda dianteira dele que quebrou sendo que a original sai 650 R$.... Pesquisando achamos a FABRECK que faz as rodas por um belo preço.

Então estou iniciando postagem com lista de peças paralelas para a Fazer 150. Quem tiver opções vão comentando aqui que vou atualizando a lista geral. 

Peças Paralelas:


Roda frontal ou traseira : Marca: Fabreck - preço : 250R$http://m.acessoriosmotos.com.br/moto/yamaha/fazer-150/roda-fazer-150-5-palitos-dianteira-ou-traseira

Retificador: Marca : Condor - preço : 40R$ -http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-705515416-regulador-retificador-fazer-150-xtz-crosser-150-condor-_JM


Última edição por rubens caruso em Seg Mar 28, 2016 5:53 pm, editado 5 vez(es) (Razão : Retificador incluído :-))
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Sex Fev 05, 2016 2:58 pm

Hoje moto foi para revisão dos 5000 km na concessionária. 

Estou rodando bem com a motinho, quase todo tempo em rodovias já que trabalho em outras cidades. Sempre que saio rodo pelo menos 250km por dia. Bom, como faço isso dia sim, dia não a quilometragem sobe rápido.

Único problema foi o sensor da embreagem (para ligar a moto engatada) que não funciona. Agora não sei se quebrou ou já veio assim. 

De resto me adaptei bem com a moto, lógico que sinto falta do conforto de um motor mais forte... Mas a Fazer 150 foi bem melhor do que esperava de uma 150cc. 

Como coloquei em outra postagem, tenho 1.79 de altura e estava sentindo as costas em trajetos mais longos... Mas com o Alongador de guidão instalado reduziu bastante o incômodo. Ah sim,  o Alongador não fez perder a garantia como temido, lógico que isso fica a critério da concessionária que você leva, a que costumo levar não falaram nada. 

Agora procurando bolha (parabrisa) decente para colocar... Muito difícil encontrar algo que combine com a moto.
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por Evandro Pereira Santana em Sab Fev 06, 2016 10:03 pm

Estou apenas esperando vender meu Citycom para também comprar uma Fazer 150. Como costumo rodar em rodovia a uns 70~80 Km/h de painel, tenho a esperança de conseguir fazer mais de 40 Km/l...
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Dom Fev 07, 2016 9:40 am

Fala Evandro!  A Fazer é uma motinho bem honesta. Se sua média de velocidade for baixa com certeza vai ser  bem econômica.
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Re: Fazer 150 - Yamaha

Mensagem por Evandro Pereira Santana em Dom Fev 07, 2016 2:33 pm

É isso aí, Rubens! Smile Só ouço elogios sobre a Fazer 150.
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Bolha (Parabrisa) - Fazer 150

Mensagem por rubens caruso em Seg Fev 15, 2016 10:09 am

Como esta semana inicio nova fase de serviço com mais viagens, resolvi dar continuidade a idéia da colocação de uma bolha (parabrisa) para a Fazer 150. 

Para quem está pesquisando sugiro a Marca OTUKY que tem muitos modelos... menos claro para Fazer 150  Razz Razz

Bom, sinceramente achei todas as bolhas nesta moto feias... A que achei menos tosca foi essa:



Mas como tenho em casa um modelo universal da marca, resolvi que feio por feio ia dar prioridade a que melhor prestasse proteção tanto do vento como chuva então instalei ela mesma:





Rodei com ela instalada já uns 600km, posso dizer que para estrada melhorou muiiiito mesmo. Não acho bonita, se bem que invertendo as hastes dá para instalar a bolha mais baixa cobrindo parte da moldura do farol (plástico preto ) e desta forma este modelo ficou até interessante esteticamente, lógico para o meu gosto. Mas ainda sim optei pela posição de melhor efeito.
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Fazer 150 - Alagamentos

Mensagem por rubens caruso em Ter Fev 16, 2016 12:09 pm



Ontem para chegar em casa a noite tivemos (eu e esposa) de atravessar um belo alagamento na Rod. Bunjiro Nakao no km 86.5.

Aguardamos uma hora a água baixar um pouco e com muita coragem enfiamos a Fazer na água... Como foi meu primeiro alagamento com a motinho, estava temeroso de que ela desse alguma pane elétrica no meio. 

Ela foi bem e confiança na mecânica e qualidade aumentando todo dia. 

Pessoal, Não recomendo passar por alagamentos com moto, já que isso é muito perigoso... No caso nosso, já sabia que asfalto bom em baixo já que é trecho do meu dia a dia, então assumimos o risco de forma consciente.
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Re: Fazer 150 - Yamaha

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