Teneré XTZ 250 - Yamaha

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Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Ter Maio 13, 2014 7:46 am

Teneré Xtz 250



Motor
Tipo4 tempos, SOHC, refrigerado a ar com radiador a óleo, 2 válvulasTipo OHC, monocilíndrico, 4 tempos, 4 válvulas e refrigeração líquida
Cilindrada250 cc660cc
Diâmetro x curso74.0 x 58,0 mm100 x 84 mm
Taxa de compressão9.80 : 110.0:1
Potência máxima21 cv a 8.000 RPM48 cv a 6.000 rpm
Torque máximo2,10 kgf.m a 6.500 RPM5,95 kgf.m a 5.500 rpm
Sistema de lubrificaçãoCárter úmido, com radiador de óleoCárter seco
AlimentaçãoInjeção EletrônicaInjeção Eletrônica
Embreagemmultidisco banhado a óleo-
Câmbio5 velocidades, engrenamento constante-
Sistema de igniçãoTCI-
Sistema de partidaElétricaElétrica
BateriaGS Yuasa, 12V 6 Ah, selada-
Transmissão primária-Permanentemente engrenada, 5 velocidades. Transmissão final Corrente
Quantidade de cilindros--
Chassi
QuadroSemi Berço duplo em açoTipo Diamante, em aço
Suspensão dianteira / cursoGarfo telescópico / 220 mmGarfo telescópico, pré-carga ajustável, amortecimento de compressão e retorno / 210 mm
Suspensão traseira / cursoMonoamortecida com link / 200 mmortecedor, ajustável para pré-carga e retorno / 200 mm
Freio dianteiroDisco de 245 mm de diâmetroDiscos duplos de acionamento hidráulico e de 298 mm de diâmetro
Freio traseiroDisco de 203 mm de diâmetroDisco simples de 245 mm
Pneu dianteiro80/90-21 M/C 48S - PIRELLI ou METZELER90/90R 21M/C 54S
Pneu traseiro120/80-18 M/C 62S - PIRELLI ou METZELER130/80R17M/C 65S
Dimensões
Comprimento x Largura x Altura2.120 X 830 X 1.370 mm 2.246 X 865 X 1.477 mm
Distância entre eixos1.385 mm1.500 mm
Altura do assento865 mm896 mm
Altura mínima do solo270 mm260 mm
Peso seco137 kg186 kg
Peso Líquido (ordem de marcha)155 kg-
Capacidade do óleo do motor1,50 litros (contando filtro de óleo)2,9 litros
Capacidade do tanque de combustível16 litros (reserva 4,8 litros)23 litros
Raio mínimo de giro-multidisco banhado a óleo
Geral
CoresAzul, Branco, Preto e LaranjaAzul, Branco e Cinza
Painel de InstrumentosCristal liquido multifuncional - hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro do combustível (f-trip), marcador do nível de combustível digital e relógio. Luzes espias. Velocímetro e tacômetro eletrônico análogo.-
Nível de Emissões de Ruido>> clique aqui e saiba mais>> clique aqui e saiba mais
Dispositivo para Transporte de CargaModelo especificado para transporte de carga. Saiba mais.Modelo especificado para transporte de carga. Saiba mais.


Última edição por rubens caruso em Seg Maio 19, 2014 7:19 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Ter Maio 13, 2014 7:54 am

Ontem passei numa concessionária Yamaha para dar uma espiada nos lançamentos, conversa daqui conversa dali... e eles tinham uma unidade 2013/2014 que poderiam estar dando um bom desconto caso eu quisesse fazer negócio.

Final das contas, hoje estou acabando de fechar negócio com eles e já deixando a Moskito (Minha Mirage 150) na loja. Se tudo correr dentro do esperado, mais tardar sexta já estou com a nova máquina em mãos Wink

Ps: Como estamos com o projeto de nos mudar para uma chácara optei pela Teneré por achar mais apropriada para encarar pequenos percurso de terra já que provavelmente será o que nos espera.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 14, 2014 8:46 am

Negócio fechado com a concessionária Siri Motos da Yamaha em São Paulo! Sou novo proprietário de uma Teneré Xtz 250 - Laranja 0 Km  alien  alien  alien  alien  alien  alien 

Hoje ou amanhã devo estar indo buscar a motoca  tongue 

-----------------------------------------------------

Pelo que lí é uma ótima moto, sendo que os primeiros modelos até 2011 (depois confirmo certinho) tinham como contras um barulho de Toc Toc na suspensão dianteira e eram utilizadas buchas na balança traseira, o que pelo que entendi dava maior necessidade de lubrificação e cuidados... a partir do modelo 2012 mudaram as buchas para rolamentos e a característica ruim da suspensão dianteira citado acima foi solucionado também.

Pelo que estou pesquisando é uma moto que o pessoal gosta muito de utilizar para viagens, e o motor de alguns já passou de 100.000 km sem maiores problemas.

Moto média/alta índice de roubo... o meu seguro saiu um tiquinho mais caro que a minha atual Mirage 150, depois vou ver o valor certinho mas parece que ficou 150R$ mais caro o que deve dar menos que 1000R$ de seguro anual.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por RMVilla em Qua Maio 14, 2014 11:07 am

Parabéns Rubens, eu adoro a Tenere, especialmente essa laranja!

Tava até pensando em pegar uma pra mim, quem sabe no futuro. Já li muito sobre ela, e umas coisas pra ficar atento são:

Se for colocar baú, precisa por um reforço do quadro pois o peso faz ele trincar. O pessoal fala bem de um fornecedor desse reforço chamado Manivela.

Os pneus dela são meio estreitos, e tem perfil de uso misto, portanto, cuidado na hora de deitar, principalmente em piso molhado. Outro dia mesmo vi uma tomar um belo chão na minha frente ao desviar de trânsito e pegar uma poça de óleo.

O motor dela e uma boa parte das peças são comuns à Fazer 250, que é muito boa e resistente, mas isso faz aumentar o índice de roubo.....

Boa sorte com a motoca!
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 14, 2014 11:19 am

Valeu Roberto, estava dando uma olhada no site desta marca Manivela: http://www.manivela.com.br/ e ele realmente tem bastante coisa interessante Smile  Por enquanto sem baú, mas quando for colocar já vejo também o reforço assim não dá problema.

Uma pena o índice maior de roubo, Brasil....Brasil  No Mas mesmo assim, não achei o seguro exagerado para o meu perfil. Na faixa de 1000 R$
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 14, 2014 7:56 pm


Fui buscar a Laranja na concessionária Razz  Putz, comparada com a Mirage 150 a qualidade é 100.000 vezes melhor em tudo. A mudança de marcha é assustadoramente melhor.

Rodei 50 km para chegar em casa, a impressão que tive é que a posição e ciclística da moto é muito semelhante a antiga Teneré 600... como tive uma, andando parecia quase a mesma Wink

Adorei a moto!

Ah sim, como estavam a Lander e a Teneré uma do lado da outra resolvi bater foto como comparativo visual entre as duas. a Lander é muito bonita, mas a Teneré caiu certinho no meu gosto.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por racap em Sex Maio 16, 2014 3:53 pm

rubens caruso escreveu:

Fui buscar a Laranja na concessionária Razz  Putz, comparada com a Mirage 150 a qualidade é 100.000 vezes melhor em tudo. A mudança de marcha é assustadoramente melhor.

Rodei 50 km para chegar em casa, a impressão que tive é que a posição e ciclística da moto é muito semelhante a antiga Teneré 600... como tive uma, andando parecia quase a mesma Wink

Adorei a moto!

Ah sim, como estavam a Lander e a Teneré uma do lado da outra resolvi bater foto como comparativo visual entre as duas. a Lander é muito bonita, mas a Teneré caiu certinho no meu gosto.
Parabens Rubens !  Esta moto é linda e nesta cor fica ainda mais... bom proveito da motoca !

Abs.

Raul.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Sex Maio 16, 2014 4:00 pm

Valeu Raul  Smile
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por Cazeh em Seg Maio 19, 2014 9:40 am

Rubens, meu cunhado usa o kit do manivela na XTZ dele é bem acabado e realmente cumpre oque promete, pode comprar sem medo.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Seg Maio 19, 2014 1:34 pm

Fala Cazeh! Estou dando uma pesquisada... apareceu uma promoção da Scam já com conjunto completo: Bagageiro + Reforço + Afastador Alforjes... O Bagageiro já vi que não é dos melhores mas como o que vou levar é coisa leve acho que vale o risco já que qualquer coisa adquiro depois só o bagageiro de outra marca.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por Cazeh em Seg Maio 19, 2014 2:01 pm

aproveitando, você esta gostando dos freios dela? toda vez que eu ando na do meu cunhado acho os freios muito ruins borrachudos.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Seg Maio 19, 2014 2:19 pm

Ainda acostumando com os freios. Achei eles borrachudos sim Cazeh mas nada absurdo. Na minha moto anterior era bemmmm pior Wink. Agora comparado com os dá City hem... o saudade  Crying or Very sad  aquela sim frenava que era uma maravilha.

Andei alicatando mais e achei o resultado razoável, diria que não é uma Brastemp mas dá para o gasto. Tem a possibilidade de melhorar o sistema de freio colocando um disco maior, aerokit... etc.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por Cazeh em Seg Maio 19, 2014 2:32 pm

acho que só de colocar um arekip já deve ficar bom. Pq a fazer que compartilha o mesmo freio da xtz freia muito melhor.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Seg Maio 19, 2014 7:12 pm

Acabei de comprar o kit Bagageiro Preto + Afastador Alforje + Reforço quadro da marca SCAM. Chegando esta semana mando fotos Wink



Pesquisei e realmente o do fabricante MANIVELA parece ser muito bem cotado para grandes pesos. Mas como no meu caso é apenas para levar caixa de ferramenta e capa de chuva fiz opção pelo kit todo da Scam que encontrei com ótimo preço 259,90 R$ no site: http://www.supermotoshop.com.br/kit-bagageiro-de-liga-leve-suporte-de-alforge-reforco-de-quadro-tenere-250-yamaha-pr-13363-130804.htm



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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Seg Maio 19, 2014 9:06 pm

Para quem não conhece o Reforço de quadro da Scam, é esta barra em formato de T que está na base da foto. Este tipo de reforço existe em outras configurações dependendo do fabricante... este em especial passa em cima do pneu então não é dos melhores, mas vamos ver quando chegar ai posto mais informações de como se comporta no uso real.

Descrição do Produto marca SCAM:
Aumenta em até 100kg a capacidade de carga da moto, evitando possíveis danos ao chassis da moto.
Fixação: Parafusado no chassis e no estribo do garupa, com parafusos que acompanham o produto (2 parafusos M8x25 c/ arruela de pressão e 1 parafuso M8x25 c/ 3 arruelas lisas e porca M8 borboleta)
Aplicação: Todos os modelos da TÉNÉRÉ 250cc



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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Ter Maio 20, 2014 9:28 am

Comparativo: Yamaha XTZ 250 Ténéré enfrenta Honda XRE 300

Segundo a Revista WebMotors

A recém lançada Yamaha XTZ 250 Ténéré mostra suas armas para enfrentar a Honda XRE 300 ABS

Texto: Arthur Caldeira/Infomoto
Foto: Gustavo Epifanio

(17-12-10) - Não fosse pela capacidade cúbica de seus motores – entre 250 cm³ e 300 cm³ - Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300 bem que poderiam ser excelentes aventureiras. Têm tanques de combustível com capacidade acima da média. Bancos largos, proteção aerodinâmica e suspensões de longo curso. Mas os dois modelos são a primeira opção – principalmente no quesito “preço” - para o motociclista brasileiro que busca uma moto versátil, seja para uso no dia-a-dia ou em viagens.
Lançada em junho de 2009, a Honda XRE 300 praticamente inaugurou no Brasil o segmento de motos trails de baixa capacidade cúbica com vocação mais “aventureira”. Substituiu a XR 250 Tornado não apenas com um motor maior, mas também com mais conforto e autonomia.

Para enfrentar a XRE, a Yamaha apresentou recentemente a XTZ 250 Ténéré que, apesar de anunciada como um novo modelo, se trata de uma versão mais sofisticada da Lander. O motor de 250cc é fixado de forma diferente no mesmo quadro de berço semiduplo, porém com conjunto de suspensão recalibrado – o amortecedor traseiro ganhou reservatório de gás e nova regulagem; e o garfo dianteiro tem menor curso. Mas a principal mudança fica mesmo por conta do tanque de maior capacidade (16 litros contra 11 na Lander) e o banco mais largo e em dois níveis. Tudo para atender ao motociclista que quer uma moto para viajar.

Desempenho e consumo

Apesar da menor capacidade, o desempenho do motor Yamaha monocilíndrico de 249 cm³, comando simples no cabeçote, e refrigeração mista (ar e óleo) tem praticamente o mesmo desempenho do propulsor de 291 cm³ da Honda. Os números de potência declarados (26,1 cv na XRE 300 e 21 cv na Ténéré 250) fazem que crer que a trail da Honda teria melhor desempenho, mas na prática as duas mantém velocidades finais semelhantes: por volta dos 135 km/h no velocímetro.

A diferença mais sensível é mesmo em arrancadas, quando o maior torque (2,81 kgf.m) e as relações primárias e secundárias da XRE 300 fazem a Honda largar na frente da Yamaha (2,10 kgf.m). Mas a diferença não chega a ser determinante na hora de optar entre as duas.

Mais importante é o consumo e a autonomia. O consumo de ambas é bem semelhante: a XRE 300 (versão com ABS, utilizada no comparativo) roda em média 28 km/litro, já a Ténéré faz 28,5 km/litro. Claro que depende do estilo de pilotagem, peso do piloto e bagagem, vento contra, entre outros fatores.

Com seu tanque para 16 litros, a Ténéré leva vantagem no questio autonomia: poderia rodar mais de 450 km sem abastecer. Já o reservatório da XRE 300 tem somente 12,4 litros, resultando em cerca de 340 km de autonomia.

Ciclística
As duas trails têm quadros berço semiduplo em aço, suspensões de longo curso e vocação mais on do que off-road. As suspensões de ambas enfrentam obstáculos sem grandes problemas, porém nota-se mais rigidez na Yamaha do que na Honda. A Ténéré é mais estável no asfalto, enquanto a XRE 300 parece absorver melhor as imperfeições de estradas de terra. Ambas encaram uma estrada de terra com desenvoltura, mas passam longe de trilhas mais pesadas. E nem é essa a proposta.

No quesito freios, a XRE 300 leva larga vantagem, ainda mais na versão com ABS. A trail Honda tem uma resposta instantânea. Já a Yamaha, apesar da nova malha interna em cobre, uma melhoria em relação a Lander, ainda tem um freio um pouco mais “lento”, comumente chamado de borrachudo.

Outra diferença entre elas são as rodas e pneus. Enquanto a XRE 300 tem aros de alumínio pintados em preto, a Ténéré traz aros de aço. Já os pneus Metzeler Enduro 3 da XRE são mais off-road e fazem muito barulho no asfalto. Por outro lado, os pneus Pirelli Scorpion MT 90 da Yamaha são de uso misto também, porém com mais vocação para uso em estrada. Fazem menos ruídos em altas velocidades e transmitem mais segurança no asfalto.

Conforto e equipamentos
Tanto XRE 300 como Ténéré 250 foram projetadas também para encarar viagens e proporcionam conforto ao motociclista. Ambos os assentos são largos, em dois níveis e confortáveis. Na Yamaha a espuma tem maior densidade e, na minha opinião, melhor encaixe para o piloto do que na Honda. Outro item que dá vantagem para a Ténéré é o grande parabrisa que ajuda a desviar o vento e aumentar o conforto, principalmente na estrada.

O que não significa que a XRE 300 seja desconfortável. Pelo contrário. O macio banco da Honda foi elogiado pelo outro motociclista neste comparativo. E a posição de pilotagem também é excelente. Mas a pequena bolha da XRE não é tão eficaz quanto a da Ténéré.

Por outro lado, a XRE 300 traz de série um item prático para viagens. Seja para amarrar bagagem ou instalar um baú, a trail da Honda conta com um belo bagageiro. Para a Ténéré o item será vendido como acessório.

Entretanto, analisando outros equipamentos, como painel e os comandos, a Ténéré leva vantagem. Seu painel é mais moderno – conta-giros de leitura analógica e velocímetro digital – e de fácil leitura. O painel da XRE também é atual, porém o tacômetro digital é de difícil visualização, principalmente sob o sol. Nos comandos, outro ponto para a Yamaha que traz lampejador de farol alto, ausente no modelo Honda.

Bolso
Os desenhos dos dois modelos são atuais e de bom gosto, porém alguns torcem o nariz para o desenho da XRE 300 (que eu particularmente gosto) e outros criticam a traseira minimalista da Ténéré 250. Fica a gosto do cliente. Se deixarmos de lado o design, já que se trata de um quesito muito pessoal, os dois modelos atendem à proposta de ser uma moto de média capacidade cúbica para uso misto em cidade e estradas.

Porém um item pesa bastante na hora de escolher entre Honda XRE 300 e Yamaha XTZ 250 Ténéré: o bolso do consumidor. Enquanto a nova Ténéré tem preço médio de R$ 13.350, a XRE 300 com ABS é vendida a R$ 16.150 (preços médios praticados nas concessionárias de São Paulo capital). E até mesmo na versão sem ABS, a moto Honda é mais cara, custando R$ 13.500. Portanto, alguns reais a favor do modelo de 250cc da Yamaha.

Se compararmos o preço do seguro, a Ténéré ganha outras milhares de vantagens. Cotado na mesma seguradora e para o mesmo perfil de motociclista (masculino, 31 anos, residente na Grande São Paulo), o seguro para a XTZ 250 fica em R$ 2.387,00, enquanto para a XRE 300 sai R$ 6.049,56. Ou seja, quase três vezes mais caro. No preço das peças, a disputa é bastante acirrada (veja box).

Conclusão
Antes deste comparativo, a grande dúvida era: seria a recém-lançada Yamaha XTZ 250 Ténéré uma concorrente a altura da Honda XRE 300? A resposta é sim. Cumpre praticamente o mesmo papel, por um preço menor.

A Honda XRE 300, porém, tem freios melhores, rodas de alumínio e bagageiro de série. Por outro lado, a Ténéré tem tanque maior, bolha mais eficiente e pneus mais adequados à sua proposta. A escolha vai depender do seu gosto pessoal e, principalmente, do seu bolso.

BOX
Peças originais * Honda XRE 300 Yamaha XTZ 250 Ténéré
Kit de relação final (coroa/corrente e pinhão) 436,00 / 590,50
Pastilha dianteira 170,76 / 123,10
Retrovisor direito 53,99 / 49,00
Filtro de óleo 30,83 / 42,20
* Preços médios em reais pesquisados nas concessionárias de são Paulo (SP)

















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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Ter Maio 20, 2014 11:46 am

Yamaha XTZ 250 Ténéré inspirando aventureiros
  25.11.2010

O ano era 1988 e o Rally ainda partia de Paris e terminava em Dacar. Todas as grandes marcas tinham uma motocicleta “big trail” ou “big single” (referência a motores monocilíndricos de capacidade cúbica maior) e sonhavam vencer o Rally. Estas motos inspiravam aventureiros em todo o mundo – inclusive no Brasil – onde a Yamaha nacionalizou a sua XT600 Ténéré.
O nome esquisito, com as três vogais acentuadas – Ténéré – significa “deserto” no idioma dos Tuaregs, povo que vive no centro sul do deserto do Sahara e que inspirou a Yamaha a mudar definitivamente o perfil do segmento on-off road do mercado mundial (e brasileiro também), obrigando concorrentes a se movimentarem. Muitos foram no mesmo caminho, procurando posicionar “geograficamente” seus produtos: Honda Africa Twin, Aprilia Tuareg,…..

Vinte e dois anos depois a nova Yamaha XTZ 250 Ténéré revive aquela boa imagem de motocicleta robusta e aventureira dos antigos modelos 600 e 750 (Super Ténéré). E ela não decepciona, apesar do motor menor. Porte, autonomia e conforto para piloto e garupa destacam-se e fazem renascer o espírito aventureiro para percorrer grandes distâncias e incluir no roteiro caminhos pouco hospitaleiros.



A XTZ 250 Ténéré destaca-se pela frente imponente, com o farol duplo e o pára-brisa, único na categoria
Neste teste, a nova Ténéré circulou bastante nas mais variadas condições para as quais sua versatilidade a qualifica: bons e maus caminhos urbanos, rodoviários, trilhas e estradas sem pavimentação. Perto de 30% do percurso, fizemos na terra, com subidas e descidas íngremes e grande variação de altitude (pressão atmosférica).

Em todas as condições a Yamaha XTZ 250 Ténéré se comporta bem, com destaque para o conforto e agilidade. A grande autonomia permite longos períodos pilotando sem causar fadiga e são decisivos para isso o pára-brisa e o banco em dois níveis e com largura adequada, que proporcionam uma condução em posição confortável e relaxada, mesmo sem atingir velocidades mais altas.



O pequeno pára-brisa tem papel importante para o conforto do piloto; o painel é completo e de fácil leitura



O banco em dois níveis tem largura adequada e é decisivo para pilotagem por longos períodos
Na cidade

A Ténéré 250 tem muita agilidade no uso urbano, principalmente pela direção leve.

Os caminhos podem ser difíceis mesmo para uma moto estilo aventura. São necessárias suspensões macias e de curso relativamente longo para absorver os impactos do asfalto mal conservado das grandes cidades brasileiras. Estas características estão presentes na Ténéré 250 e o piloto não sente tanto porque as suspensões absorvem as irregularidades do piso com bastante tranquilidade.

No labirinto de carros, caminhões e ônibus ela não complica. Apesar da largura do guidão e da grande carenagem frontal, sua direção completamente livre do peso agregado do farol, piscas e painel de instrumentos permanece bastante leve e oferece agilidade em manobras a baixas velocidades. Contudo, falta torque em baixas rotações, exigindo um pouco mais de rotação do motor nas manobras urbanas. É comum perceber a necessidade de “queimar” embreagem para elevar a rotação do motor para além dos 6.000 rpm para sentir a força do motor.

No Brasil é necessário o uso do farol aceso todo o tempo para as motocicletas e a grande parte das motos fabricadas aqui não contam com chave que ligue e desligue o farol, nas Yamaha dessa série XTZ 250 todas têm. Na verdade é uma boa opção para quando se quer economizar bateria, mas deve-se ter cuidado para não levar uma multa por trafegar com farol apagado. Por sinal esse farol da Ténéré ficou muito bom.

Outra vantagem muito sensível nesta moto no uso urbano é o pouco calor gerado pelo motor no anda-pára dos dias mais quentes. Assim fica mais tranqüila e confortável sua condução. Faltou um bagageiro maior para prender alguma carga quando a garupa estiver ocupada.
Na rodovia


Na estrada a Ténéré permite acompanhar o fluxo tranquilamente e o destaque é o baixo nível de vibração.

Pode-se trafegar no fluxo de velocidade normal de qualquer estrada, mas em algumas circunstâncias, quando se quer dar uma esticada a mais, a grande área frontal vai limitar a velocidade ao redor de 120 Km/h. Nesta situação o pequeno motor está girando próximo dos 8.000 rpm e é notável o baixíssimo nível de vibração, incomum nas monocilíndricas em rotações mais altas. Realmente elogiável o trabalho da engenharia da Yamaha. A sensação é que caberia uma sexta marcha para alcançar a mesma velocidade mas com uma queda de giro menor entre as marchas. Apesar disso, há grande torque e aceleração nas rotações mais altas do motor, a partir de 5500 rpm, e isso permite chegar rápido na velocidade de cruzeiro.

Nas curvas ela se mostra bem estável e capaz de absorver ondulações do terreno durante o contorno sem problemas. Os freios têm potência de sobra para controlar a moto em qualquer condição. Enfim, a boa distribuição de peso e as qualidades já mencionadas contribuem para uma pilotagem segura e relaxada podendo se estender por muitas horas.

Na terra


Na terra a leveza e agilidade também se fazem presentes, apesar da maior dificuldade para manobras mais radicais.

Pela sua leveza, a pequena Ténéré promete bastante, mas a massa concentrada bem à frente do chassi prende a frente no chão e desfavorece manobras mais radicais. De fato ela não se propõe a esse tipo de manobras. Para isso há outros modelos da marca que se dedicam mais ao off-road. O estilo aventura dessa moto se dá bem em cruzar grandes extensões, seja pavimentada ou não. E quando o caminho acaba ela ainda continua oferecendo as mesmas características dos outros ambientes, destacando: muita maneabilidade para colocar a moto onde quiser pela leveza da direção, facilidade do piloto para colocar-se em posição de “ataque” aos obstáculos, ou seja, em pé e sobre a frente da moto ou mais para trás sem que haja obstrução aos seus movimentos. O limite do ressalto do banco traseiro para o garupa está lá mas não incomoda muito. Na verdade é bem conveniente para se ter companhia na viagem. Boa posição das pedaleiras, proteção ao calor do escapamento e alças seguras facilitam a vida do passageiro.

A opinião dos Motonliners



A Ténéré com a equipe de teste (esq p/ dir): Bitenca, Sergio Guedes, Patriarca e Sidney Levy.

Dois motonliners estão inseridos neste teste e puderam experimentar a nova Yamaha XTZ 250 Ténéré. O enfermeiro Alexandre Bandeira Silva, mais conhecido como “Patriarca”, é moderador do Fórum Motonline, tem 34 anos e sua Suzuki Intruder 125 2007 já está com 75 mil km. “Achei a Ténéré 250 bem alta em relação à outras de sua categoria, mas isso não é um impedimento para mim, que tenho 1,73m. Ela responde bem e rapidamente já estava me sentindo como se ela estivesse comigo há anos. Acho que falta um marcador de marcha e o pára-lama alto também seria melhor para o design da motocicleta.”

O advogado Sergio Guedes tem 52 anos e teve motocicleta até casar e ter o primeiro filho. Voltou a tê-las em 2008, quando comprou uma Suzuki Boulevard M800 que logo foi trocada por uma BMW F 800 GS. Cotidianamente utiliza um scooter Honda Lead. “Senti a XTZ Ténéré segura, com a suspensão firme sem ser dura. Me assustei com o velocímetro digital e acho que deveria ser analógico. Apesar de precisar manter a rotação do motor sempre alta para ter torque, o nível de ruído é surpreendentemente baixo. Me agrada muito o design que parece ser de uma motocicleta maior.”
 
Técnica
Aprofundando a visão técnica na motocicleta destacam-se as características positivas também presentes nos outros modelos da série XTZ 250, mas na Ténéré algumas qualidades são só dela.



A geometria da Ténéré 250 é mais urbana, mas mantém boas características off-road



Chassi de berço semi duplo da Ténéré 250 tem vários reforços triangulados



Suspensão traseira permite regulagem milimétrica do sag
 
Chassi: Com berço semi duplo construido em tubos de aço vemos que a distância entre eixos e o trail são menores do que na Lander. O entre eixos muda de 1390 mm para 1385 mm, pouca coisa. A medida do trail é que cai bastante, de 103 mm para aproximadamente 76,7 mm (medição do Motonline) favorecendo a pilotagem na estrada. Soma-se ao efeito do trail mais curto, a menor massa agregada na direção que acaba por facilitar a correção de qualquer desvio de trajetória. Vibração, shimmy ou “balançar a cabeça” (head shake) ela não apresentou nunca, nem sombra do que seria esperado com um trail tão encurtado, principalmente em maiores impactos de grande movimentação da suspensão.

Suspensão
: Macia e progressiva, mantém o controle do piloto com as rodas firmes no chão em qualquer situação. A traseira, com curso de 200 mm tem regulagem na pré-carga com anéis rosqueáveis, muito precisos. Importante usar esse recurso para ajuste do sag de acordo com o peso do piloto + garupa. Na frente, o curso de 220 mm é mais do que suficiente para dar excepcional estabilidade na moto em qualquer tipo de terreno.



Colocamos graxa pela engraxadeira do eixo da balança.


Vale destacar um fato que ocorreu durante o período de teste. Ao final, com a moto com cerca de 600 Km, notamos uma tendência a comprimir a mola em sequência de ondulações, como se o retorno hidráulico estivesse fechado demais, forçando a mola a ceder na sequência de buracos rebaixando a traseira e perdendo tração. Verificando o sag ouvimos o rangir de bucha de suspensão e sabendo que a fábrica teve recall desse componente em outro modelo, resolvemos verificar. Retirando os pinos das articulações da suspensão verificamos estar adiantadas as marcas de desgaste, por motivo de falta de graxa. Colocamos graxa nova e mesmo sem desmontar o eixo da balança injetamos graxa pelo bico da engraxadeira. Problema resolvido, a atitude da moto melhorou muito porque o atrito ficou reduzido ao normal e o rangido parou.

Freios: Excelentes, começaram o teste um pouco fracos, a moto tinha um pouco mais de 200 Km e não estavam assentadas as pastilhas. Mas ao longo do percurso adquiriu muita potência e sensibilidade. Os dois discos funcionam muito bem, mesmo sem a opção do ABS.



Freios a disco nas duas rodas da Ténéré 250 são excelentes



Filtro de ar lavável; conveniência, melhor custo/benefício e ecologicamente correto
 
Motor: Estáo comprovadas as qualidades desse motor, pioneiro na aplicação da injeção eletrônica em motos no Brasil. Apresenta um pouco de excesso de ruídos mecânicos que, na verdade ficam ressaltados pelo bom trabalho do escapamento e dutos de admissão, no controle de emissão de ruídos. A potência de 21 cv em 8000 rpm é entregue com 2,1 Kgf.m de torque em 6500 rpm. resultando em um motor menos elástico que a concorrência (de cilindrada maior) mas bastante competente em deslocar os 155 Kg da moto mais o peso do piloto. Você vai se encontrar em algumas situações, chamando o giro na embreagem para colocar o motor em rotação adequada para conseguir acelerar com um pouco mais de velocidade.

Câmbio
: Muito resistente, típico Yamaha esse câmbio de 5 marchas tem um escalonamento adequado. Mas devido às características um pouco nervosas do motor (faixa estreita de potência) ele teria mais condições de colocar o motor em rotação ideal para mais aceleração se tivesse uma sexta marcha. Assim, o escalonamento poderia ser mais bem distribuido deixando o motor sempre com resposta rápida ao acelerador. A opção da fábrica em alongar a relação final teria um efeito mais completo, mas o custo seria maior. Ficou no compromisso do meio termo.

Comentário final


A Yamaha relança a Ténéré numa versão menor mas com todos os requisitos das grandes motos de sucesso da marca. A nova companheira da linha XTZ 250 teria vindo para substituir a Lander, que ainda permanece em produção. A marca escolheu introduzir o modelo para fazer frente a uma nova tendência de especialização. Ter uma linha específica para off-road com as TTR e outra específica para uso geral/aventura com as XTZ. É intenção evidente, mas quem fica ou quem sai de linha, só o tempo vai determinar.

Ficha técnica
Motor
Motor 4 tempos, SOHC, arrefecido a ar com radiador de óleo, 2 válvulas
Cilindrada250 cm³
Diâmetro x curso74.0 x 58,0 mm
Taxa de compressão9.80 : 1
Potência máxima21 cv a 8.000 rpm
Torque máximo2,10 kgf.m a 6.500 rpm
Sistema de partidaElétrica
Sistema de lubrificaçãoCárter úmido, com radiador de óleo
Capacidade do óleo de motor1,50 litros (contando filtro de óleo)
Sistema de igniçãoTCI
BateriaGS Yuasa, 12V 6 Ah, selada
Embreagemmultidisco banhado a óleo
Câmbio5 velocidades, engrenamento constante.
Chassi
Quadro Semi Berço duplo em aço
Pneu dianteiro80/90-21 MT90 A/T 48S – PIRELLI/SCORPION
Pneu traseiro120/80-18 MT90 A/T 62S – PIRELLI/SCORPION
Freio dianteiroDisco de 245 mm de diâmetro
Freio traseiroDisco de 203 mm de diâmetro
Suspensão dianteiraGarfo telescópico
Suspensão traseiraMonoamortecida com link
Curso da suspensão dianteira220 mm
Curso da suspensão traseira200 mm
Lâmpada do farol2 X 12V 55/55 W (halógena)
Lâmpada da lanterna traseira12 V 5/21 W
Lâmpada do pisca12V 10W x 4
Painel de instrumentosCristal liquido multifuncional – hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro do combustível (f-trip), marcador do nível de combustível digital e relógio. Luzes espias. Velocímetro e tacômetro eletrônico análogo.
Dimensões
Comprimento total2.120 mm
Largura total830 mm
Altura total1.370 mm
Altura do assento865 mm
Distância entre eixos1.385 mm
Altura mínima do solo270 mm
Peso seco137 kg
Peso (ordem de macha)155 kg
Capacidade do tanque de combustível16 litros (reserva 4,8 litros)
Disponibilidade
CoresBranco e preto
Preço sugeridoR$ 12.900,00
Consumo
TrechoKm percorridoConsumo (litro)Km/litro
Uso rodovia1707,622,36
Uso urbano1605,7128,03
Uso rodovia/terra25510,0525,39
uso urbano953,2329,42
Total/Média68026,5925,58


Fonte: http://www.motonline.com.br/yamaha-xtz-250-tenere-inspirando-aventureiros/
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Ter Maio 20, 2014 12:01 pm

Yamaha XTZ 250 Ténéré
A cor azul, tradicionalmente associada à família Ténéré, caiu como uma luva na caçula
25/12/2011


Foto: Marco de Bari


Primeira Ténéré a chegar (depois, é claro, das célebres XT 600Z Ténéré azuis do fim dos anos 80 até 93), a XTZ 250 ganhou a cor azul celebrizada pelo nome tuaregue. Com isso, identifica-se ainda mais com suas irmãs maiores - a 660 e a 1200.

O bom acabamento é ponto positi- vo da famíliaYamaha: o painel - herda- do da FZ6 - é muito bonito e funcio- nal, mesclando a parte digital com informações de hodômetro (total e parcial), relógio e marcador de com- bustível com o mostrador analógico redondo do conta-giros. O farol assimétrico dá um ar invocado à frente da motocicleta e o para-brisa ajuda a pro- teger do vento, na estrada.

As suspensões têm bom curso e fun- cionam de forma progressiva e suave tanto no asfalto plano e liso como em incursões por caminhos de terra bati- da, onde os 220 mm de curso, na dian- teira e na traseira, mostram que dão conta do recado dentro da proposta on/off-road da moto.

Os freios a disco funcionam bem e param a motocicleta sem esforço. O incômodo vem com a utilização mais forçada do sistema: o fading começa asurgir, deixando o tato bem borrachu- do, principalmente na dianteira, aumentando os espaços nas frenagem.

Os pneus Pirelli Scorpion MT 90 são bons nas duas circunstâncias, dando ótimo grip no asfalto e contribuindo sobremaneira nas frenagens e no con- torno de curvas, com ótimo limite de inclinação. Na terra batida e seca, dão conta do recado, mas na lama é melhor conduzir bem devagar.

Tecnicamente nada mudou no cilin- dro OHC de duas válvulas: continua com 21 cv a 7 500 rpm e o característi- co barulhinho no cabeçote.




VEREDICTO

A nova cor deixou a moto mais bonita e encorpada, bem parecida com as irmãs maiores. Vale bem o preço cobrado.

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/moto/testes/yamaha-xtz-250-tenere-658253.shtml
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 21, 2014 10:25 am

Ténéré 250 | Testamos por um mês essa Yamaha polivalente!

Quando solicitei a Yamaha Ténéré 250cc para fábrica para o nosso teste de um mês, jamais poderia imaginar o tanto que a motocicleta seria útil no meu dia a dia, e em tudo que iria passar com ela. Na realidade foram elas, isso mesmo, ELAS.
Nós ficamos com duas motocicletas idênticas, que passaram por todo o tipo de situação. Desde viagens médias por rodovias de excelente pavimentação, até enchentes, e estradas com muito barro.

De design expressivo, e aparência robusta como é possível notar nas fotos, a menor da família Ténéré é a primeira a vim ressuscitar o grande mito. Chamando a atenção por onde passa, é difícil os curiosos conseguirem decifrar a cilindrada da “pequena notável”, já que o seu porte fica longe de ser o de uma 250cc, que gera 21cv de potencia a 8000RPM, já o tanque que integra o seu formato robusto cabe nada mais nada menos que 16 litros de gasolina (reserva 4,8 litros) conseguindo garantir uma excelente autonomia de em torno 320km/l, que foi o máximo que conseguimos já que os dois modelos mostraram um consumo um tanto quanto alto de em torno 20 a 22km/l cidade/estrada.

Na rodovia ela garante um desempenho excelente para o que é proposto, sem vibrações e uma ótima ciclista é possível rodar com total segurança e conforto, conforto este que é garantido pelo funcional parabrisas frontal. Os 21 cavalos de potencia empurram bem a motocicleta, mais quando entra em ação o garupa, o comportamento da moto muda completamente, mas nada que possa prejudicar a pilotagem, a traseira afunda consideravelmente e perde muito desempenho, não senti essa diferença na Fazer 250cc como senti na Ténéré. Já freios e suspensões se comportam muito bem obrigado, e ainda continuo achando que os freios da Ténéré teriam que ter as mesmas dimensões da Fazer 250cc que são de 282mm no diant. contra os 245mm.


As motos On/Off são as minhas preferidas pela versatilidade que proporcionam. Depois de um dia inteiro de trabalho, poucos minutos antes de voltar pra casa, fomos surpreendidos por uma bela tempestade, “no meio do caminho surgiu uma enchente, uma enchente surgiu no meio do caminho”, como toda criatura em sã consciência esperaria a água baixar para atravessar o aguaceiro, assim como estavam fazendo aquela imensa fila de carros e motos, mas como nós jornalistas especializados que vieram ao mundo para testar produtos, achei ali a minha grande oportunidade. Giro alto, viseira fechada e La vamos nós… Bom, não consegui ver nada, mesmo em pé na moto a água me cobriu completamente e alguns poucos segundos depois eu já estava do outro lado da enchente, molhado do pé a cabeça, salvo a parte superior do corpo que foi protegida por uma jaqueta impermeável da SBK.  Já a moto, ahhh a moto, essa estava melhor do que nunca, seguiu em frente normalmente sem nenhuma engasgadinha, apenas inteira suja de barro e um monte de mato enroscado.

 No barro, bom, no barro é perigoso, os pneus Pirelli Scopion garantem uma boa aderência em piso arenoso e de pedregulho, mais no barro esquece, praticamente impossível de andar.

Se você procura uma moto para uso diário, tanto urbano quanto rodoviário e ainda busca um lazer aos finais de semanas sem precisar se preocupar qual o destino, então não perca tempo, vá fazer um teste drive.
TEXTO: Ricardo Fox
FOTOS: Motor&Cia.

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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 21, 2014 10:39 am

Ténéré 250 2014

Não é novidade para ninguém que sou fã da Ténéré 250 da Yamaha
.  Em visita a uma concessionária da marca, peguei um folder dela que me chamou a atenção pelo grafismo diferente do atual. Por isso, resolvi dividir com você, que acompanha o MotordoMundo está informação, confira a imagem abaixo.



Em cima, a imagem do folder, que na verdade NÃO é a 2014, e nenhum outro ano… (???)

A imagem acima, do folder que peguei e que achei que era 2014, nunca chegou as ruas (estranho né?), e embaixo, é o modelo 2013, visualizado hoje (12/8/13) no site Yamaha. As diferenças – na cor azul – são: O paralama era preto e agora é na cor da moto, o grafismo mudou e o logotipo Yamaha, que ficava na peça cinza, que segura o farol e agora está no tanque. O meio do tanque, que era da cor da moto, agora passa a ser preto, seguindo o padrão das outras cores. Eu gostei desse novo grafismo!

(Atualização: 16/08 15:30) Recebi duas fotos do leitor Carlos Brandão, do modelo VERDADEIRO 2014 na cor azul, em tom mais escuro que a 2013, segue o padrão das outras cores, usando preto em mais partes, mas o grafismo difere das anteriores (e do “falso” folder…). Sinceramente, não sei explicar o porque desse folder ter sido impresso e distribuído nas concessionárias assim.



Outra novidade é que a cor areia, que integrou a linha em 2013, sai, e entra a cor laranja, cor que estará disponível também na nova Factor ou Fazer, que vazou na internet semana passada.

Bastou uma pesquisada na internet e achei a imagem do modelo nessa nova cor. Confira na imagem abaixo.



Sobre a cor laranja, eu penso que se tivesse o mesmo grafismo da branca ou da azul, ficaria mais legal. Um detalhe que estou curioso para saber, é se assim como fizeram no painel da Fazer 250 2014, onde o fundo do conta-giros passou a ser branco (era preto, como na Ténéré 2013) a Ténéré 2014 vai adotar esse padrão de gosto duvidoso… espero que não! O folder, como de costume, não tem o preço público sugerido, mas segue o mesmo, R$ 13 490, em SP.

Em resumo, não teremos grandes mudanças na Ténéré 250 para 2014. Mas pensando bem, o que poderia ser mudado nela? Alguma sugestão? (sem mencionar motorização, porque eu também penso que ela deveria andar um “bucadin” mais rápido…)
Atendendo a pedidos, seguem fotos da Ténéré 250 2014 na cor preta. (obrigado Camilo Vitorino pela imagem!)


Abraço!

FONTE: http://motordomundo.wordpress.com/2013/08/12/tenere-250-2014/
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por RMVilla em Qua Maio 21, 2014 11:40 am

Pára Rubens!! Tá me fazendo passar vontade......  Mad 
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 21, 2014 11:56 am

hehehe, calma Roberto.... mas uma Tenere do lado da sua City nao ia ocupar muito espaço na garagem hem  Razz  Wink  

Agora fiquei curioso para ver este tom de azul mais escuro na Tenere 2014. Parece bem bonito  Cool 

Gostei do texto acima, o autor Marcelo montou um texto bem completo... o artigo foi postado com permissão do autor.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 21, 2014 1:14 pm

Estava lendo e reparei que existe um problema repetitivo com relação a vedação do TPS na Ténéré 250 que vira e mexe parece precisar ser trocado (Um dos sintomas é a moto começar a morrer quando pega chuva ou é lavada). O jogo completo da vedação custa em torno de 40 R$.
Olha o kit ai gente:



Como estava curioso para saber mais sobre isso achei um texto interessante e resolvi postá-lo aqui:


Sensor Híbrido




Com o avanço da tecnologia, e o aumento no rigor da legislação vigente sobre emissão de poluentes, as motocicletas de baixa cilindrada ganharam injeção eletrônica, tornando seus motores mais eficientes, com menor consumo de combustível por kilometro rodado, e consequentemente, menos poluentes que os sistemas de alimentação com carburador. Mas para que fosse bem sucedida essa inovação, os engenheiros trabalharam muito para chegar a soluções práticas, levando sempre em consideração as limitações devido aos espaços reduzidos dessas motocicletas. Uma dessas inovações foi a criação do sensor híbrido.


O sensor híbrido é a união de 3 sensores já conhecidos na injeção eletrônica em um único encapsulamento.São eles o sensor de posição da borboleta(TPS),sensor de pressão absoluta(MAP) e sensor de temperatura do ar de admissão(IAT).





Basicamente existem 2 tipos,onde o que difere é apenas o sensor de posição da borboleta,pois a Mikuni tem o sensor de posição do tipo Hall e a Keihin tem o sensor de posição do tipo potênciométrico,que é o mais tradicional e mais usado nos sistemas desde o início da injeção eletrônica.

*O raciocínio de se unir sensores para aplicar em espaços reduzidos no motor já é usado há anos nos automóveis e também em motocicletas Harley Davidson, que é o sensor CMD(Conjunto Medidor de Densidade),também chamado de sensor MAP conjugado.Ele possui o sensor MAP e o sensor IAT em um mesmo encapsulamento.

Nas literaturas técnicas os termos aplicados para esse sensor são sensor híbrido (YAMAHA), unidade de sensores (manuais de serviço HONDA) e sensor jogo (catálogos de peça HONDA).




A função do sensor híbrido é informar ao módulo de controle (ECU), por leitura indireta, qual é a massa de ar admitida, baseada no sinal dos 3 sensores,para que o módulo de controle calcule* o tempo de injeção de combustível mais adequado,sempre buscando a mistura ideal ou estequiométrica.

*A ECU também utiliza o sinal do sensor de rotação e do sensor de temperatura do motor para calcular esse tempo.

No próximo texto vou abordar com detalhes as características de cada modelo e falar um pouco sobre a diagnose correta do sensor, para evitar uma troca desnecessária.


FONTE: http://motordomundo.wordpress.com/2011/05/21/sensor-hibrido/
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qua Maio 21, 2014 9:16 pm

Bagageiro + afastador de alforje e reforço de chassi da marca SCAM chegaram hoje, duas horas para instalar tudo. Como sempre faltou ferramenta e tive que improvisar mas no final ficou Show de bola  Wink 

Acabei já estava escuro,  amanhã bato fotos para postar. Agora é caçar em Jundiaí um baú baratinho para ir quebrando o galho. Tentação comprar um da Givi 45 litros mas agora não dá orçamento minguado.
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

Mensagem por rubens caruso em Qui Maio 22, 2014 10:49 am

Hoje deixei moto para revisão dos 1000 km   Cool 

A revisão dos 1000 e as do 5000 km pelo que entendi são gratuitas, vou confirmar hoje a tarde quando for buscar a moto... gastarei 75 R$ (Óleo e Filtro). Revisão sendo feita na concessionária Moto Itália em Jundiaí-SP.

Ps: Ah sim, comprei um báu pequeno que vendem como acessório original Yamaha... da GIVI. O Engraçado que o preço dele estava mais barato na concessionária que nas duas lojas que visitei ;)160 R$ . Fico devendo fotos do conjunto todo.

Atualizando:

Aqui foto como fica o visual com o Bagageiro da marca Scam preto + Afastador de alforje:



OBS: Fotos plagiadas da Net já que a minha será já com bau instalado Wink
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Re: Teneré XTZ 250 - Yamaha

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